Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

18
Ago 04
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Foi com alguma surpresa que vi que George Michael tinha editado novamente um disco. Isso aconteceu há mais ou menos 2 meses. Comprei-o de imediato, embora durante 2002 e 2003 me tenha desiludido com o rapaz. Tudo por causa de uns singles desinspirados de nome: Shoot the Dog e The Grave. Parecia que o dom para tornar uma música algo inspirador e absolutamente vibrante lhe tinha escapado das mãos. Como simples areia a escorrer pela mão. É verdade que os vídeos continuavam a ser magníficos (Freeak é especialmente brilhante), mas era na música que desiludia. Teria-se esquecido como fazê-la?

Por isso foi com cuidado que coloquei no meu CD, Patience. É verdade que Amazing me havia supreendido pela positiva. Uma canção francamente pop, sem se levar muito a sério e que facilmente punha qualquer pezinho a mexer. Uma lufada de ar fresco que temia que não se repetisse no resto do disco.
É com muito prazer que posso dizer que me enganei!

É verdade que George deixou há muito a fórmula simples, brilhante e quase intoxicante de Faith, mas aqui conseguiu reunir algumas canções como há muito não o fazia.

A abrir está o triste Patience, um momento de instrospecção profundo, triste e que pode assustar quem pensava ir ouvir vários Amazings pelo caminho. Mas a capacidade de fazer um bom disco está na maneira como se chama a atenção de quem ouve... John and Elvis Are Dead é uma rebelião contra Deus feita em tom suave; Cars and Trains uma espreitadela ao que mais de novo se faz no mundo da Pop, enquanto Flawless(Go To The City) é pura música de dança- ainda que seja uma visita a um recente hit dos The One, com o mesmo nome- Precious Box é uma incursão curta a territórios ainda mais dançáveis enquanto Please Send Someone (Anselmo's Song) é um lamento de amor. è verdade que há uns fill ins pelo caminho... mas não é isso o costume num álbum de qualquer artista?

Ainda que as baladas pareçam que se repitam há sempre aqui e ali um elemento novo que nos faz prestar atenção ao que o artista ainda tem para dizer, depois de 16 anos a solo. Se é verdade que não é tão profundo como Older, é muito mais revigorante, com um sabor muito mais fresco e sem dúvida feito para não falhar. Os críticos podem detestar, mas quem gosta de música não!

Sei que prometi a mim mesmo deixar estas coisas para outro espaço, mas a partir de agora a minha opinião vai fazer-se unicamente neste espaço.

E dito isto...
venha de lá esse ácido sulfúrico...
publicado por Psyhawk às 23:21

Acabei de me aperceber que a praça da Sónia...digo Sony ainda existe...com écran e tudo. Mas não percebo porque é que o recinto que podia ser aproveitado para milhares de coisas continua encerrado quase 365 dias por ano. É uma coisa para a qual não há qualquer explicação. E mesmo quando falamos com as pessoas da Parque Expo estas são vagas nas respostas. Apenas que é um recinto para ser aproveitado para eventos que reunam condições. Mas depois não explicam... Que condições? Estamos a falar do quê precisamente? Desfiles de cães? Debates políticos ou programas da TVI? Festa de anos da Pimpinha Jardim ? Ou o quê?
Sinceramente não percebo...e acho que não é mesmo para perceber.
E aquilo lá vai estando ao abandono...é muito melhor!
publicado por Psyhawk às 21:10

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