Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

17
Nov 04
Quer a gente queira quer não tá ai á porta...
Não o sentiram? É porque não andam a ver a vossa caixa do correio.... já perceberam o que eu queria dizer não já? Sim, está cheia de lixo. Milhares de opções de prendas e ainda nem é Dezembro. A febre começou!

Qualquer dia é como as luzes...lá para Abril mandam-nos o primeiro panfleto...
publicado por Psyhawk às 23:41

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Jurei a mim mesmo que não ia escrever sobre este assunto, mas foi mais forte que eu.

O amor tem daquelas coisas. Vai...vem...vai...vem. E é incompreensível nas suas vontades, nos seus intuitos. E poode trocar as voltas a qualquer um, mesmo ao mais prevenido. E a troca pode ser tão grande que se pode voltar a apostar num dado esquecido no tempo mais uma vez...e outra...e outra.

Porque o cérebro pode ser cego, mas o coração sabe bem o que quer e consegue avistar o seu alvo a quilómetros de distância. E quando é certeiro não falha. Ou assim esperamos nessa vez.

Por isso, digo: Mais vale arriscar que prevenir...nestes casos.
Pode ser que mesmo sem se saber se esteja a escolher a pessoa certa... mesmo que ela em tempos tenha sido a errada...e a perfeita...e a a mais horrível...ou a melhor.

Para quem não ama, um conselho: ame!
Para os que agarraram outra vez o amor(e até pode ser repetido)... amem mais...mas sem erros ok? Ou eu desta vez dou-vos com um bastão! (mas que imagem tão alegre num texto tão cheio de espírito!)


DE QUE É QUE ESTÃO À ESPERA! NÃO FAÇO MILAGRES! TOCA LÁ A PROCURAR




publicado por Psyhawk às 23:37

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Passavam apenas alguns minutos, talvez até segundos, quando a música ambiente se fez sentir no Pavilhão Altantico. A sala bem composta embora não a rebentar pelas costuras agitava-se. E aos primeiros acordes e ao abanar das sombras, fizeram-se ouvir os iniciais aplausos... e as poucas pessoa na plateia em pé, correram para a frente tentando de forma sonhada agarrar os The Corrs que pela segunda vez visitaram o nosso país- originalmente haviam sido acolhifdos em Braga.


 Uma visita que certamente vão levar para sempre na memória... pelo desastre que foi! Não culpo claro a banda, que mais uma vez demonstrou ser mais que um grupo pop rock, que embebe as suas músicas em ritmos celtas e irlandeses, mas sim mestres na arte do "ao vivo",  mas a organização deficiente de um evento que em poucos segundos mostrou que aquilo era tudo menos um concerto. A começar pelas milhares de cadeiras colocadas na plateia. Se bem que esta não era a primeira tentativa de tentar fazer sentar um pavihão,  foi sem dúvida a mais estranha. Quem se lembra do concerto de Enrique Iglesias lembra-se certamente das cadeiras, que raramente durante as duas horas estiveram ocupadas...quer na plateia quer nas bancadas. Pois desta vez, os amantes de um bom concerto tiveram que contentar-se com um simples show... sem fogo, palmas, pulos ou loucuras, porque não era permitido estar em pé durante todo o espectáculo. Sim, estou a falar de um concerto rock, de uma das bandas mais live que existe... e de música irlandesa que consegue pôr o pé do menos dançante a saltitar ao fim de poucos segundos.


E os Corrs não hesitaram em demonstrar que são excelentes ao vivo, soltando hit atrás de hit, como Runnaway, Forgiven Not Forgoten, What Can I do ou Only When I Sleep, puxando constantemente por um público que não parecia estar a viver em Portugal mas na Noruega, tal era a frieza com que os saltos e as danças improvisadas no palco eram recebidas... mas tal só aconteceu por culpa da organização que não deixava que as pessoas se soltassem. Nas bancadas a palavra de ordem era sentados ou rua. Na plateia o mesmo... com os seguranças à terceira música a expulsarem para as cadeiras os fãs mais novos da banda que se tinham juntado perto do palco. Resultado: um espectáculo gelado, pouco digno do público escaldante português, com Andrea a puxar por mais de dez mil pessoas impedidas de se soltarem por uma organização deficiente, que embora habituada a concertos, pois a Mùsica no Coração não é nova deste assunto, falhou rotundamente desta feita.


E acreditem que os músicos não hesitaram em puxar pelo público e de o pôr a cantar... que se fez ouvir muito timidamente como se nunca tivesse na rádio ouvido os hits da banda.


Só já a meio do espectáculo e com os mais novos já sem se conter (lembramos que havia público de todas as idades, estando os mais velhos mais excitados em alguns aspectos que muitos betos que estavam mais interessados em conversar que assistir prontamente ao espectáculo), é que o público se pôs de pé. Andrea pode agradecer à sua força enorme  e garra  cintilante e, claro, ao mega êxito So Young.


Depois sim...já parecia um concerto rock, ainda que a voz da vocalista, a esta altura estivesse um pouco à quem do habitual. Depois vieram as últimas músicas e o encore. Breathless foi cantado (finalmente, depois de um encore pedido com muitas palmas e barulho- subitamente todos acordaram e lembraram-se afinal quem é o povo português) em plenos pulmões, mas já era tarde e a banda tinha que se despedir.


No fim ficou a excelente prestação da banda que provou ser excelente ao vivo e a péssima recepção quer do público, cheio de gente sem perceber bem o que é um concerto e que tratou a banda muito friamente até mais de meio do show e uma organização que não permitiu aos muitos apreciadores da música expressar o seu amor inconcidional pela banda.


Há Música no Coração e ao Pavilhão Atlântico não mais que uma nota 1... valor que surge pela simpatia com que tentaram fazer-se explicar em vão ás pessoas fartas de serem tratadas como se estivessem a ver a Diana Krall sentada em frente ao piano. Depois desta é de duvidar que se volte a tolerar uma coisa como esta.


 Deixem a música passar...dos Corrs ou outro qualquer, mas em pé minha gente!

publicado por Psyhawk às 22:38

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