Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

30
Abr 05
Almada está aqui tão perto, e realmente chegar até à cidade do outro lado do Tejo até não é difícil. O pior mesmo, para quem não tem carro é chegar ao grande e publicitado centro comercial que existe logo ali ao lado. É que para quem nunca experimentou a árdua tarefa de tentar lá chegar sem ser através do popó não existem muitos meios de lá chegar de forma fácil e sem ser assaltado. É que chegar ao Pragal, Cacilhas ou até Almada é fácil. Passar até ao centro comercial é que é a tarefa difícil e por vezes impossível pois só existe um autocarro que por lá passa e só o faz de hora a hora- isto é que são bons acessos. Tendo em conta que quer o comboio quer o barco ficam longe deste dito local, será que se está a fechar as portas ás pessoas sem carro ou haverá um motivo mais macabro?

É que até os taxis ficam longe da estação do Pragal...só indo a pé mais ou menos 800 metros é que descobre a primeira paragem deste dito transporte. E informações...então isso é de rir. Há muito que não via nada tão mal sinalizado...com a excepção da estação de Entrecampos que é já vista pela Unesco como o maior Labirinto português!

Há claro uma forma simples de chegar ao centro, que é indo a pé...
Mas claro, terá que passar por canaviais, um gang que pensa viver nos Estados Unidos e que estão prontinhos para o assaltar e por muita, mesmo muita terra batida. E quando lá chegar, quase morto...terá ainda que percorrer mais de metade do perímetro do centro para achar a porta principal visto que o trajecto feito "a butes" fica extactamente na posição oposta da porta de entrada mais próxima. Digam lá se não é um colírio?!
publicado por Psyhawk às 14:07

29
Abr 05
Há poucos autores que me tem prendido a atenção nos últimos tempos, mas este rapaz, Francisco Salgueiro, tem feito isso. É incrível como ele consegue passar para a linguagem verbal a capacidade visual e imaginativa de cada pessoa. Na realidade cada livro é um filme rápido, cheio de acção e com histórias deveras mirabolantes. Estou estupidificado com a rapidez com que devoro cada livro do senhor- o recorde é para este Splash: 1 dia!
Se não tem onde gastar o dinheiro ou se querem fazer uma compra como deve ser eis o livro indicado. Vão ver que não se arrependem!


Splash.jpg


E depois deste podem seguir para o Viva o Amor e depois Homens Há Muitos...

E agora que tal pagar pela publicidade oh senhor Francisco?
publicado por Psyhawk às 11:28

Sempre fui um bocado maldizente do filmes portugueses. Ás vezes nem sequer os tinha visto e já tinha na ponta da língua a frase: deve ser uma merda. Mas o pior, é que à medida que o tempo foi passando e me fui inteirando de algumas dessas películas, tão aclamadas pela crítica nacional, não mudei nem um milimetro aquela frase que para muitos, intelectuais de esquerda é uma blasfémia.

Mas há uma razão simples para isso. É que o cinema português não chegou ainda ao fim do século XX. Continua a ser de autor, com uma história para duas ou três pessoas- de preferência amigos do realizador- , chato , de longos e demorados planos, muitos deles aboslutamente desnecessários, no qual o maior especialista é o sempre aclamado Manoel de Oliveira, sem uma história propriamente dita e sem o mínimo de acção- e não estou a falar de explosões, mas sim de acontecerem coisas.

Além disso os argumentos, regra geral são de uma péssima capacidade imaginativa, o som é quase inaudível e continuam a fazer-se diálogos em que as pessoas esperam umas pelas outras para falarem e entre cada fala há pelo menos 3 a 5 segundos de silêncio. Há também, sempre, o nú gratuito que tem como ex-libris o filme Tentação. A pessoas não precisa estar ali nua sem mais nem quê para quê- embora por vezes, confesso, ajude a aliviar o espírito de um tão mau argumento-... convém haver um contexto para despir alguém não?

Não percebo porque é que não se faz ainda cinema para as massas? Porque não? Não são elas que dão depois o dinheiro final ao autor? Fazer filmes para serem exibidos durante uma semana numa única sala de cinema escura e feia não dá de certeza lucro.
Porque não fazer uma coisa mais comercial, com um bom argumento e uma ideia gira.
Um Tiro no Escuro, quase que conseguia essa proeza. Simples, fácil de perceber, estruturado- embora não perfeito, e com uma história para contar. É verdade que o som continua a ser de fugir, mas pelo menos não tinhamos planos desnecessártios de coisas sem interesse só porque o realizador tinha achado giro ver uma menina estendida na areia por 5 minutos- os Mutantes de Teresa Vila Verde- ou 15 minutos de um barco a passar- Camilo Castelo Branco de Manoel Oliveira.

Será que é desta que aprendemos a fazer películas para as pessoas verem?
Eu sei que nunca vamos poder fazer um gigante, daqueles cheios de acção, efeitos especiais- que ainda são vistos em Portugal como uma maldição- e com uma história candidata a Oscar de melhor argumento, mas já agradecia cinema que entretivesse e que não obrigasse mais de meia sala a bocejar, outra a dormir e umas quantas pessoasa sair do cinema porque simplesmente não querem morrer na pasmaceira!

Não tem argumentos?
Já pegaram nos livros de Francisco Salgueiro? Não? Enão estão á espera de que?
publicado por Psyhawk às 11:08

27
Abr 05
Starwars3 1.jpg

Poucas vezes andei tão ansioso pela chegada de um filme como por este.
Estou farto de esperar e só quero ver as duas horas e tal de pelicula que me esperam. Entretanto vou vendo as mil uma apresentações que rodam na internet. E o apetetite vai subindo.
Que venham as forças do mal!
publicado por Psyhawk às 11:05

Andar pelos blogs alheios ás nossas amizades dá no que dá.

Quando se fazem viagens cibernáuticas pode-se tirar uma simples conclusão: ou anda toda a gente muito poética ou a minha vida sexual é mesmo uma merda. Estranha conclusão? Não nem por isso!
Porque são estes os principais tópicos de quem anda pelo ciberespaço. Ou falam do seu coração ou da última queca. E no primeiro caso já vi que há gente muito desesperada que está perdidamente apaixonada mas incapaz de revelar ao seu mais que tudo. Então vai dai escrevem poema atrás de poema, próprio ou roubado. São ás pilhas. Uns atrás dos outros,acompanhados de imagens muito calientes e pouco mais...

Do outro lado temos os loucos pela cama...
E depois disso vejo que tenho uma vida sexual que é uma miséria. Há quem tenha um, duas e três num só dia...todas diferentes. Há quem lhes tire fotos, sem a carinha, evidentemente e há até quem faça comparações, medições, e avaliaçaões. E eu aqui a ver navios! Ouçam lá, onde é que anda essa mulherada toda que vocês para ai falam?

Em resumo: ou escrevemos ou fodemos!
publicado por Psyhawk às 11:00

22
Abr 05

Maroon.jpg


 Fui provavelmente a pessoa que mais resistiu ao som quase contagiante que as nossas rádios nos bombardearam no verão do ano passado. This Love, era uma mistura de Rock e R&B, bem embrulhada numa voz rouca o suficiente para chamar a atenção,  e embrulhada numa embalagem quase perfeita que parecia chamar por nós. Talvez por isso eu tenha resistido tanto ao som. Era quase que fosse opostos que não se atraissem mas se rejeitassem...


Foi preciso o Inverno de 2004 para me render a esta canção pop. Talvez porque os opostos estavam tão afastados que a distãncia os tornou próximos. Foram precisos quase mais 5 meses para descobrir na perfeição Songs About Jane, um dos grandes álbuns que andou pelas lojas no ano passado. Must Get Out, Harder to Breathe, She Will Be Loved, Through With You... canções feitas com aquela minucia que só os génios conseguem misturar. Rendi-me! E agora quem é que me faz desistir deste disco?

publicado por Psyhawk às 13:15

Sahara.jpg Exploradores, loucos e com uma pitada de humor. São assim os bons filmes de aventuras. Mas têm de ter aquele quê de quá quá para se transformarem em entretenimento puro e em algo que fique para sempre gravado na nossa memória. E muitos infelizmente não conseguem essa proeza.


Nos últimos tempos tem existido boas apostas como Os Piratas das Caraíbas e O Tesouro. Por isso esta nova película de Mathew McConaughey teria mesmo que, como os ingleses dizem, puch the envelope.


Sahara tinha tudo para  ser uma boa aposta. Um elenco de luxo, uma ideia engraçada, uma permissa diferente... mas apesar de nos prender à cadeira durante quase 2 horas falta-lhe magia.


Há sempre alguam coisa que lhe escapa, seja a resolução relativamente fácil dos problemas que surgem a uma velocidade trepidante, quer a representação, habitual, mas atróz de Penelope Cruz que consegue destruir algumas cenas só por abrir a boquinha. E aquilo que podia ser um excelente filme de aventuras fica um pouco aquém das expectativas, especialmente depois da apresentação. No entanto não deixa de ser uma boa aposta, algo a espreitar numa tarde de fim de semana, quando estiver toda a agente a empanturrar as praias.


Mas para a próxima, tirem de lá a Penelope...ela é boa, mas apenas para a vista... 

publicado por Psyhawk às 13:06

21
Abr 05
As 24 horas que se seguem depois do último dia de trabalho, para uma pausa de aproximadamente 15 dias são a coisa mais estranha. Se não há nada planeado, parece que ficamos numa espécie de limbo, sem saber como ocupar o tempo. É uma espécie de anestesia depois de meses de stress contínuo e infindável. É assim que me sinto quase à hora de almoço, como se tivesse levado uma paulada e ainda não soubesse muito bem o que é que ando a fazer. É a coisa mais estranha. Prometo recuperar deste marasmo subito mas é tão estranho estar nesta bolha envolvente de paz que nem sei bem o que fazer. Uma coisa é certa. É de uma felicidade tão grande que nem queiram saber!
publicado por Psyhawk às 13:02

20
Abr 05
faltam 5 horas
E depois soltura por duas semanas
ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
publicado por Psyhawk às 13:21

19
Abr 05
Encontrar pessoas que não vemos há muito tempo na rua é uma coisa deveras estranha. Temos sempre que tomar bem atenção ao que vamos dizer, como nos movemos, como se subitamente estivessemos sujeitos a uma análise minuciosa da outra parte. Tenho a certeza que o outro lado sente o mesmo que nós.
E depois há as perguntas perigosas...
Falar de namoradas (os), esposas (os), peso, empregos...parece que tudo é uma armadilha perigosa pronta para nos devorar.
Seja como for foi uma agradável supresa encontrar aquele rapaz que durante 4 anos me fez rir bastantes vezes...
Ás vezes há surpresas. E felizmente não cai em nenhuma ratoeira simplesmente porque pelos vistos não havia nenhuma para cair!
Seja como for...foi bom encontrar o Rafa!
Tá mais gordinho, continua a saber fazer qualquer um rir, continua um tipo inteligente e só me fez pensar...porque não fazer um jantar ou almoço com o meu pessoal da UAL. Why not! estejam atentos!
publicado por Psyhawk às 21:48

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