Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

31
Ago 06

Foi com alguma vergonha que me apaixonei literalmente pela porra do Stars Are Blind, da idiota da Paris Hilton. Mas pensei que fosse ser uma experiência única. Afinal, é fácil de ver que a rapariga não tem vozinha nenhuma e que se não fosse o mestre Stoc Search na produção ela não ia a lado absolutamete nenhum.

 Eis que há uns dias me mandaram um epk do disco. E não é que é absolutamente delicioso!? Este vai passar a fazer parte dos meus guilty pleasures este ano... God!

publicado por Psyhawk às 22:18

A palavra é nova e acabei de inventa-la, agora mesmo, antes de escrever esta coisa.

Apeteceu-me.

Mas é como me sinto ás vezes... como se fizesse parte de uma longa lista de inconvites.

Acontece...não chateiam, porque já não tenho idade para isso...mas moem não moem? O que vale é que há algo que nos cura sempre!

publicado por Psyhawk às 22:16

Não, não vou dizer que estou a viver uma depressão. Helloo!!! Não sou a Elsa Raposo! Mas a verdade é que em Portugal existe esta incapacidade. As pessoas parecem lutar para que algo na vida lhes corra mal. É como que, sem isso não tivessem nada para dizer, para fazer ou para viver! Parece ridículo eu sei...mas olhem á vossa volta. Já tá...óptimo assim vão perceber melhor o texto!

 Algo na nossa vida tem que estar mal: a política, a saúde, os filhos, a carreira, a escola, a televisão, as contas... sei lá o quê! Não é que estejamos insatisfeitos e queiramos mais...não! É mais uma questão de querermos estar sempre down, como se vivessemos num fado triste a vida toda.  Parece que nunca lutamos para sair plenamente de algo mau... apenas queremos chegar á beirinha e conseguir sentir o buraco negro... só assim podemos dizer que isto ou aquilo está mal!

Eu sei que Portugal é sinónimo, infelizmente de futebol, fátima e fado (oh tristeza de 3 Fs), mas francamente, será necessário abusarmos? Mesmo com a silly season havia sempre alguém que não estava bem...que vivia mal, que tinha um drama.

E o Outono ainda nem disse olá!

publicado por Psyhawk às 22:07

28
Ago 06

Confesso que me irrita profundamente quando tento telefonar para uma pessoa e ela não atende, embora eu saiba que o telefone não dista mais do que alguns metros de distância. Tudo porque ou está no silêncio, ou dentro de uma mala ou esquecido algures na casa.

É uma vergonha!

 

publicado por Psyhawk às 14:25

27
Ago 06

Depois de semanas de trabalho abismal, este fim de semana dei-me ao luxo de descansar e não fazer absolutamente nada de útil. Até pensar foi proibido. A coisa correu melhor porque em vez de dois dias de descanso tive três, pois sexta estive de folga.  Save bem de vez enquanto também colocar a cabeça de férias. dar-lhe um descansozito. É que isto de pensar dá muito trabalho.

Especialmente porque a partir de amanhã a vida tem que tomar outro rumo. Chega a minha grande amiga Silvia de Londres e quero ver se estou com ela o máximo de tempo possível. E isso vai-me obrigar a pensar bué, para conseguir conquistar tempo ao trabalho. Vai se ruam tarefa árdua, mas provavelmente bem conseguida...a ver vamos.

Agora vou vegetar mais um bocadinho que mereço!

publicado por Psyhawk às 20:28

22
Ago 06

Pessoalmente acho que o atendimento na FNAC está a chegar aos níveis do Cup N'Cino. Mau, mau, mau, mau!

Não são todas as fnacs que passam por este mal, apenas a do Chiado. O grupo de empregados é composto por uma série de criaturas que julga ser o supra sumo na terra, que não tem que se incomodar em atender clientes só se dignando a prestar atenção quando chegam amigos, primos, familiares, ou daqueles wirdos com seis brincos, dez tatuagens e com gostos que, como dizia a minha tia, só lembram o diabo.

A restante clientela é tratada com desprezo, sarcásmo e cansaço. A ponto de gozarem abertamente com o pedido de um cliente. Já vi de tudo.

 Confesso que hoje quase estive para preencher o livro de reclamações do estabelecimento, mas depois arrependi-me. Agora vejo que fiz mal e devia ter mexido naquele livro que deve estar cheio de reclamações, pois se todos os clientes forem atendidos com o desprezo e má vontade com que eu hoje vi.  Eu sei que os Abba já não são música de agora, mas cada um tem o seu gosto. Agora gozar abertamente com as liberdades de um individuo nunca tinha visto...não daquela maneira. Garanto, que se fosse comigo ele já não trabalhava lá.

Uma tristeza.

publicado por Psyhawk às 22:47

21
Ago 06

Eu não aprendo.

Não mesmo.

Por vezes chego a interrogar-me se não sou deficiente?

Mais uma vez ia tendo o fds arruinado por confiar noutra pessoa. Sabem como é... combina-se na véspera ir aqui ou acolá. Prepara-se tudo. Reconfirma-se a ida com uma sms. Tudo ok. Continua a prepara-se a coisa, até que a uns segundos antes de se sair de casa (às vezes já a caminho- não era a primeira vez que tal acontecia!)  me telefonam a dizer que afinal não dá, porque tinham-se esquecido de beltrano, sicrano e mais não sei quê! Ou então estão doentes. Ou é um trabalho súbito! E o parvo, que acreditou que ia ter um dia fabuloso, acaba por ficar, subitamente, sem nada para fazer porque entretanto já recusou convites para isto ou aquilo, porque afinal...já tinha planos!

 Aprendi há muito em não confiar em ninguém para planos e vai neste fim de semana fiz essa asneira. Só me apeteceu gritar, espernear.

Para a próxima estou mais é quieto!

publicado por Psyhawk às 21:09

18
Ago 06

A visita que fiz à Filipa já foi há umas semanas, mas agora lembrei-me de por a foto. E os papás estão todos babados com a sua filhota que é uma descarada como poucas. 

Mas tendo em conta que ela já gosta de coisas para iadades superiores à dela, Susana e João, vocês vão ter mesmo muito que lutar com a cachopa!

publicado por Psyhawk às 11:12

Digam lá se esta gente não gosta de festa? Claro que gosta, basta olhar para os pontos certos: cerveja na mão (Decider), sorrisos abertos, olhares brilhantes...

Imagem de Marca dos anos do Janito, o migo do Meco que fez anos (não se diz nunca quantos porque é cada vez mais difícil dizer os números)

publicado por Psyhawk às 11:02

17
Ago 06

Confesso aqui, a abrir, que nunca fui grande fã do homem de Kripton. Sempre o achei poderosos demais, quase sem falhas e com um senso de justiça demasiado Big Brotheriano. Irritava-me a capacidade de transformação dele, os poderes...no fundo acho que tudo mexia demasiado comigo para eu gostar dele.

Mas o que mais me chateava era os fãs de banda desenhada do homem de aço o acharem fabuloso. Não via nele um personagem interessante, com problemas ou dificuldades de maior, por isso foi com satisfação que o vi morrer, pois pensei que iriam recriá-lo da melhor maneira. Mas não. O Super Homem como fraqueza teve apenas o ter casado com a bela Lois Lane quando regressou, mais poderoso que nunca! 

A minha impressão sobre este super herói só mudaria muitos anos depois, graças à série Smallville. Ai sim, via um herói como os que eu imaginava.

A estreia de Super Homem, o regresso, em filme fez-me tremer. Temi que ressuscitassem o antigo Super Homem invincível. Seja como for estava curioso. Não só porque havia um novo rapaz na pela de homem de aço, mas porque o filme parecia ter imensas potencialidades.

Infelizmente ao fim de 30 minutos reparamos que não muito por onde espreitar interesse.

Falta ali qualquer coisa. O actor não é mau, a história não é má, mas este super homem, ao contrário do da BD é demasiado fraco, tem poucos instintos e tem pouco de herói. É como se o tivessem forçado a aceitar aquela papel. Nada bate muito certo. E quando se descobre que o senhor do S no peito tem um filho...deus, ai a coisa corre mesmo mal. Mas deixo isso a vosso critério.

Na minha opinião este filme vem ainda denegrir mais a imagem que tinha de Kal-El...

publicado por Psyhawk às 21:00

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