Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

02
Jun 08

 

Não vale a apena falar dos problemas do Rock in Rio, até porque não há necessidade. As coisas tem melhorado de evento em evento e nota-se que a organização se esforça- ás vezes em vão- para que as coisas corram bem.

Este ano o medo da chuva também não ajudou às vendas que tenho a certeza seria muito superiores às que estão a ocorrer- apesar dos números serem impressonantes e de no primeiro dia se ter chegado, dizem uns, aos 100 mil...

(A verdade é que com excepção do dia da criança aquilo pareceu sempre lotado de gente. Xiça!)

 

But on with the show...

Eu tenho estado lá. Dia após dia e tenho visto do melhor e do pior.

Se o primeiro foi marcado pela desgraça chamada Amy Winehouse- 55 minutos atrasada, um performance vergonhosa e um aspecto de fazer medo ao susto- e por um Lenny Kravitz muito sensaborão, o segundo foi bastante melhor.

 

Para mim foi melhor porque finalmente e após 13 anos voltei a ver Bon-Jovi. Fã desde Slippery When Wet (ao terceiro CD... disco... estava conquistado) há muito que ansiava pelo regresso da banda a Portugal.

Até agora os meus anseios não tinham sido atendidos, até ao Rock in Rio (thanks cara Medina)

A banda está no seu melhor.

Apesar de ninguém ir para novo, e a voz de Jon Bon Jovi estar longe da performance de 1995, tudo o resto foi absolutamente sensacional. E só mesmo uma banda com os créditos dos Bon-Jovi para agarrar todo um recinto- cheio até deitar por fora- à segunda canção.

Mas também os rapazes não são parvos e sabem que a fórmula usada- algumas canções novas no meio de  muitos, mas mesmo muitos hits- ajudam a vender bilhetes e a colocar o público a cantar em uníssono (bastou ver I'll be There For You, Have a Nice Day, Always, You Give Love a Bad Name, It's My Life, Livin'on a Prayer...)  

Eu falo por mim que fiquei rouco.

Cantei canção após canção saltei,  gritei, assobiei...Brilhante, brilhante.

QUERO MAIS!

Para mim até agora o momento alto do RIR.

 

Mas não foi só.

Embora tenha a certeza que em espaços mais intimistas- Coliseu ou Pavilhão Atlântico- Joss Stone seja ainda melhor que num espaço tão aberto, a jovem encheu-me de curiosidade. Simples, bem disposta e com canções orelhudas, lá foi ela disparando hit atrás de hit- que já são mais do que duas mãos cheias- do seu R&B pausado, mas com frescura no ar. Aquela voz é um doce.

Quero vê-la outra vez

 

 

publicado por Psyhawk às 23:12

2 comentários:
Joss Stone, Joss Stone, Joss Stone. Maravilhosa!
rocket woman a 3 de Junho de 2008 às 11:03

a Joss stones foi maravilhosa, mas os Bon Jovi foram fantásticos e vê-se a léguas que têm muitos anos disto. Eu sou fã incondicional há muitos, muitos anos. A minha adolescência ui , e os Bon Jovi , ai, ai.
Fui vê-los há 13 anos e tive muita penas de não os voltar a ver agora ao vivo. Ainda bem que a SIC Radical transmitiu, proporcionando-me uma viagem a uma fase da minha vida que não me esqueço. Viva os Bon Jovi . Ah, e é verdade. Estou neste momento a ouvi-los enquanto escrevo sobre sustentabilidade e casas digitais, hehe !!
Raquel Carvalho a 5 de Junho de 2008 às 17:56

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