Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

19
Set 04
Sempre considerei que andar de taxi era um aventura. Não só porque muitas vezes pomos a nossa vifda em risco, como se estivessemos em busca de uma nova forma de suicídio, mas porque cada vez mais concluo que quem conduz esses veículos não regula bem da pirulitagem... ou pelo menos há muito poucos que tenham tudo lá no sítio. Há sempre aqui e ali um parafuso solto.

Na passada sexta feira depois de um animado jantar e sem vontade de vir de transportes ou esperar por boleias para vir para casa apanhei um taxi. Tudo corria bem, até que o homem, no seu habitual processo de seleccionar rádios foi parar à TSF. Começou então a dissertar como os locutores são agora tão maus, que só pensam nas emoções, que gostam é de falar ao altos e baixos...(em vez do monocórdico tão aprazível com que nos brindaram durante anos a fio.)

Seguiu-se uma verborreia de como transmitir emoções na rádio era mau...
ahhh, durante este periodo não soltei mais do que um ahmmm. Nada mais. Também não dava tempo pois o senhor não se calava.
Posso dizer que foram 15 minutos de viagem. Pareceram horas. O senhor não se calava com ahistória das emoções, de como os locutores eram maus e como o António Sala era brilhante. Houve também tempo para açoitar os jornalistas que era uns vendidos e que agora em vez de informarem só faziam publicidade a acontecimentos.

Estive quase a considerar dizer-lhe que me estava a insultar pessoalmente, mas resignei-me a mais um ahm, e lá continuámos. Foram os 5.50 euros mais chatos da minha vida.
Haja paciência!
publicado por Psyhawk às 20:02

17
Set 04
Chegou finalmente a sexta...
Mas para mal dos meus pecados trabalho sábado
Haja dó!
publicado por Psyhawk às 09:12

É já dia 24 de Novembro
Eu não vou perder

Mas já prometi a mim mesmo que não vou lá estar ás duas da tarde como fiz com a Maddie. Isso é só para quem merece mesmo!
publicado por Psyhawk às 00:03

16
Set 04
samsung_e700_i9.jpg
Quando um telemóvel se avaria, o que normalmente se faz, quando este ainda está no prazo de validade certo, ou seja mais ou menos 1 anos, vai-se à loja e pede-se para o arranjar. Como é de borla opta-se por esta situação. Foi o que fiz com o meu Samsung que teve uma filoxera... ou seja, uma lâmpada do écran entrou em super exposição.

Fui até à Gare do Oriente onde deixei o meu querido, grande querido. Em troca, durante os dias em que o meu precioso ficava a arranjar deram-me uma maquineta de substituição. E nem era má de todo, apesar de eu ter dito cobras e lagartos quando a vi pela primeira vez. Um Nokia daqueles vulgares 3310 ou algo do género...

Mas talvez tenha isso que me condenou pois a partir dai a coisa enguiçou de vez.

É que este telemóvel está também enlouquecio porque não faz nenhuma chamada superior a 3 ou 4 minutos, sem que a linha caia umas duas vezes, ouve-se muito mal, perde a bateria ao fim de 1 dia e além disso só deixa escrever mensagens com 90 caracteres. parece que voltámos a 1996!

Posto isto na passada segunda feira e tendo em conta o meu horário, incopatível com a chegada a tempo e horas à loja, decidi procurar via telefone da PT, na TMN o que fazer para ter a situação ficar regularizada.

Posso dizer-vos que fui empurrado para várias secções- atenção que de 5 em 5 minutos a chamada caia e por isso tinha que por vezes começar alguns processos de novo- sem que ninguém me desse solução. E o mais engraçado... Parece que as lojas TMN não tem telefone. Pois quando pedi quer no 118, páginas amarelas, quer na própria TMN, o que me disseram foi que não havia. Ou seja...não queriam ter trabalho e procurar.

Ou seja tem sido um crucifixo.
Amanhã finalmente livro-me da coisa.
Mas apenas porque o outro está já arranjado. (nisso ao menos foram muito eficientes)

Mas entretanto, quem é que pagar as centenas de chamadas que fiz a mais por causa desta porcaria de telefone. Eu sei quem...chama-se TMN, e vai extrebuchar até mais não quando fizer a reclamação!

temos pena!

publicado por Psyhawk às 23:55

alt=reinvention2.jpg border=0 height=173 src="http://alcateialouca.blogs.sapo.pt/arquivo/reinvention2.jpg" width=360>

O pavilhão Atlântico estava repleto. As luzes ainda acesas davam conta da euforia que se vivia. Cada minuto custava a passar mais que o anterior, até que poucos segundos depois das dez da noite a escuridão envolveu as mais de 17 mil pessoas presentes naquela sala.

Dois gigantescos écrans mostravam que Madonna estava "em casa"! Como fundo, para além de centenas de gritos histéricos, The Beast Within fazia-se ouvir. A excitação era completa E quando os primeiros acordes de Vogue se fizeram ouvir, a sala enlouquecia por completo. A presença de Madonna tornou claro uma coisa: ela é mesmo a rainha incontestável da Pop.

Um cenário simples e de um gosto particularmente brilhante, faziam sobressair os figurinos dos bailarinos que rodeavam a cantora que com uma voz mais límpida do que foi possível ouvir em Drowned World Tour dava início ás hostilidades. O público ficou rendido ao primeiro segundo e foram poucas as vezes que não cantou ao lado da artista nuam forma invejável. Seguiu-se Nobody Knows Me e Frozen de uma só enfiada. Não há aqui tempo para improvisos, ou para muitos dedos de conversa. Afinal isto não é um concerto... é um espectáculo!

A primeira pausa dá-se durante a primeira troca de roupa. Quando regressa, Madonna é uma militar. American Life o tema. As imagens que são mostradas nos múltiplos écrans são a mostra que há muito que o povo americano também está contra Bush (ou assim devia estar). É tempo também de mostrar mais uma parafernália. Uma passadeira que se estende por cima do público até quase meio do pavilhão. Mesmo quem estava lá mais atrás pode ver aquela por quem tinha esperado, como muito disseram (e eu também) 20 anos!

Express Yourself fez explodir a sala que só se aquietou quando Esther supreendeu a sala e trouxe o velhinho Burning Up até ao palco, numa versão cheia de garra e muita, mas mesmo muita guitarra. Quem se havia calado logo alguns minutos depois soltava a voz quando a artista pediu: "acompanhem-me nesta música da qual estou sempre a esquecer-me da letra". Material Girl não estava esquecido de ninguém.

Hanky Panky e Deeper and Deeper são tocados em género boulevard para abrirem as portas para Die Another Day e para a tão chocante cena da cadeira eléctrica. Madonna mostra o quão em forma está. Se é que havia alguém que ainda não tivesse reparado. Ela canta e dança e não falha uma nota. Nothing Fails, Like a Prayer e Mother and Father brilham na escuridão.

Imagine, abre portas a um coro de vozes do público e os olhos a imagens deveras chocantes. E depois é tempo de acabar. Into the Groove, Papa Don't Preach e Crazy For You vem quase de uma flechada só. O auge é atingido no terceiro tema com cantora a deixar pela primeira vez em toda a tourné emocionar-se de verdade. O público delira. As lágrimas da artista são absorvidas como se ela dissesse: obrigado por terem vindo!

Mas não há tempo para muito mais emoções. Chegou a hora da despedida em ritmo de festa com Music e depois Holiday. E mesmo quando a artista desaparece, depois de mais uma vez agradecer ao público, músicos, bailarinos e afins, há quem peça por mais. Muito mais. Mesmo sabendo que aqui não há tempo para encores. Está esgotado. Agora para o rever só em DVD ou na memória. No fim a conlusão é óbvia. Mesmo aos 46 anos, Madonna é ainda um gigante que esmaga as pequenas formigas Britney, Beyonce e afins apenas com o dedo mindinho. E eu fiquei definitivamente sem voz.

publicado por Psyhawk às 23:39

14
Set 04
madonnaface1.jpg
É a febre antes da partida!
publicado por Psyhawk às 13:13

Arrancado das mãos de quem amava de forma abrupta, foi visto por multidões até ter sido de tão doce local tirado.
Aqui está mais uma pista!
Arrisquem... se acham que é algo vosso.
publicado por Psyhawk às 13:07

drowned world.jpg
Faltam mais ou menos nove horas até finalmente ver a diva.
Já vi imagens de ontem
Espero que hoje seja bem melhor... embora sej impossível bater o magnânimo!

publicado por Psyhawk às 13:05

13
Set 04
x-men.jpg
publicado por Psyhawk às 22:08

lágrimas.jpg
São arremessos de palavras e sentimentos. Normalmente muito exacerbados pelas condições a que estão submetidos. São palavras agressivas que magoam com um simples toque. São ditas em gritos de forma gélida e sem piedade. Não interessa o quão profundamente magoam. O que interessa é que causem uma ferida... de preferência no mesmo sítio onde anteriormente haviam rasgado. São discussões. Ralhos.

Não há nada mais horrível que o sentimento que chega depois.
Não há lufada de ar fresco. Apenas sentimentos de ódio, raiva e irritação. Nada se resolve. Apenas de agrediu pela arte de agredir- aprimorada ao longo de muitos e bons anos.
Foi assim que me senti ontem.
Fugi, verti lágrimas...
O mundo parecia ter acabado. Rasgado.
Mas ele às 7h45, quando o alarme tocou ainda cá estava...
E apercebi-me que palavras, como dizem os outros... leva-as o vento...
E que estas foram levadas sem que mais uma vez nada se resolvesse.

publicado por Psyhawk às 22:00

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