Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

18
Jan 05
Ser gajo nos dias de hoje é muito complicado. Há que dosear muito bem as coisas e saber muito bem como o fazer... por isso acho que anda por ai muita gente a aprender a ser homem no século XXI. Porque tudo tem um peso e uma medida: da palavras , ás refeições, do sexo ao saber estar. Tudo tem muito quês e porquês e muito exagero de um lado dá em machista... muito do outro, uma grande bicha. Ou seja é uma coisa complicada de veras.
Vejamos só um dos prismas.
Ante sde sair de casa: Gajo de barba por fazer, com um leve cheiro a suor e de roupa larga está definitivamente fora do campo visual das mulheres. Nunca nos apiriquitámos tanto para que elas reparassem em nós. Por vezes até demoramos mais que elas para arranjar oq ue vestir... Estamos piores que os pássaros do paraíso:barbinha aparadinha ou então mal feita mas com estilo, perfume quanto baste de uma marca exótica mas não demasiado forte, roupa da moda e com estilo. Nada de bandalheiras, e muito menos de esquisitices. Além disso há outros pormenores. Se antes usar esfoliantes, cremes para isto e para aquilo era algo abichanado, nos dias de hoje não só é obrigatório, como recusar é sinónimo da palavra: porco! E com isto tudo ainda não saimos de casa. Porque assim que saimos as coisas complicam-se ainda mais. Muito mais.

Palavras jocosas, ser divertido, bem humorado e se possível inteligente. Tudo características obrigatórias num homem para a maior parte das mulheres. Por isso sair com uma é por vezes o cabo dos trabalhos. Parece que andamos de nenufar em nenufar para não gazer asneira. Porque tipos machões e que pensam que mandam... não vão a lado nenhum. Só se for para o caixote de: extintos!

Por isso hoje em dia tudo é cuidadosamente pensado: do restaurante ao bar, da discoteca à geladaria. Tudo tem um ritual, uma forma, um feitiço próprio que só cada um sabe jogar na altura certa. E nem sempre é fácil pois elas parecem ter todos os antídotos possíveis. estão prontas para notar as falhas, quer hajam quer sejam produto apenas da imaginação.

O certo é que é tudo complicado...e ainda nem chegámos à cama. Porque ai as coisas complicam-se ainda mais. Se lambe, se chupa, se foi só dez minutos ou se demorou mais de 3 horas. Elas é que sabem. Nós estamos ali apenas para fazer o que elas querem. Pelo menos até a coisa estar no papo (sorry). Temos que estudar tudo. A posição que mais gosta, os beijos e carícias que mais apreciam quanto tempo gostame de preferência quando é que vai atingir o orgasmo para o fazermos em simultâneo. E não adiantam desculpas que não vale a pena. Pois ai apenas recebemos um foi óptimo, com um bocejo!

Por isso já vêem o trabalho porque passamos. E nem adianta queixarmo-nos aos amigos porque a solução dali não vem. Porque eles no fundo são apenas rivais que farão o possível por ser melhores e adoptar as nossas técnicas, mas sem falhas ou com improvisos ainda melhores.

E ainda dizem que ser homem é fácil!
Xiça!

publicado por Psyhawk às 23:33

17
Jan 05

Não interessa o que faz sucesso por este mundo fora, ou as tendências que agora surgem do outro lado do Atlântico ou vindas da Europa. Portugal está, graças à radio, mergulhado na era do Adult Contemporary eterno e dela não quer sair. É só espreitarem as repetitivas rádios Comercial (e repete e repete e repete), RFM (para pessoas com mais de 50 anos que queiram dormir), Mega FM (nós somos muito cool mas só passamos baladas e música para americano Redneck), Capital (nós eramos uma rádio top 40 mas alguém tomou conta de nós e transformou-nos nesta chatice pegada!), isto já para não falar da Best e da eterna Renascença. Não há paciência para tanto do mesmo. Aliás, e se não acreditam vejam quais foram as vinte músicas mais passadas em território nacional:


1- Love's Devine- Seal;


2- Here With You- 3 Doors Down;


3- My Immortal- Evanescence;


 4- Behind Blue Eyes- Limp Bizkit;


5- Star- Reamonn;


6- Melancholic Ballad- Fingertips;


7- White Flag- Dido;


8- Born To Try- Delta Goodrem;


9- Left Outside Alone- Anastacia;


10- Da Próxima Vez- Luís Represas;


11- Everything- Alanis Morissette;


12- Sunrise- Norah Jones


13- Life For Rent- Dido


14- The First Cut Is The Deepest- Sheryl Crow


15- Ai se Ele Cai- Xutos e Pontapés


16- It's My LIfe- No Doubt


17- Sexed Up- Robbie Williams


18- Rise and Fall- Craig David feat. Sting


19- Faithfullness- Skin


20- Carta- Toranja


Vinte baladas constantes...


Será que isto quer dizer que os portugueses esqueceram o bom rock, o bom pop e só querem ir para a caminho fazer meninos? Não é que as músicas sejam más, aliás, algumas até são bastante boas, mas este tipo de música traduz as nossas rádios, chatas, aborrecidas e para maiores de 40!


Se espreitarem mais um pouco lá para o número 21 há o It's My Life, dos Bon-Jovi (uma música com 3 anos) e Clocks dos Coldplay que vai pela mesma leva (isto sem falarmos que só em Portugal é que a Skin fez mesmo sucesso e que o Luís Represas que não se ouviu quase nenhuma vez em qualquer Rádio consiga um fantástico 10 lugar!).


Ou seja além de cansativos somos velhos e chatos! Onde é que andam as verdadeiras e simples canções pop e rock? Comeram-nas? O que aconteceu aos gigantes da Europa, Outkast, Eminem, Avril Lavigne, Britney Spears, Blue, Maroon 5, Usher, Shania Twain, Ashlee Simpson, Geroge Michael, Kylie Minogue, Jamelia, Christina Millian, Kate Ryan, Jojo, R'Kelly, B2K, Busted, Counting Crows, Mcfly, he Underdog Project, Sugababes, Black Eye Peas, e ás outras centenas de hits de verão que não nos largaram um minuto durante 4 meses? Gastaram-se os discos? Ficaram nas prateleiras e esqueceram-se olhar para eles?


Não há paciência! Juro! Se as coisas continuam assim qualquer dia o país está a dormir... ACORDEM!

publicado por Psyhawk às 23:07

16
Jan 05
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Era só mesmo para dizer que me diverti...e aqui está uma prova... não, não existem pessoas a vomitar, apenas pessoas bem dispostas a aproveitarem uam tarde de sol.
publicado por Psyhawk às 11:53

Faz alguns meses falei da dificuldade que era procurar uma casa em Lisboa, que fosse não só no sítio ideal, mas que tivesse tudo aquilo com que sonhámos...e para cúmulo fosse de encontro aos nosso interesses financeiros!


 Infelizmente, devido a condições que me são alheias tive que adiar as coisas. E deste vez a culpa nem era a falta de vontade, dinheiro ou lazeira... era algo que me prendia de vez a casa por mais uns meses. Mas como a ameaça de caos está mais ou menos passada, há um tempo para cá tenho visitado umas quantas habitações por Lisboa.


E como todo o bom solteiro resolvi primeiro ver casas novas. Porque não tentar?


E por incrivel que pareça tenho até visto coisas nos preços mais ou menos que queria.... só gostava de saber uma coisa? Porque é que as constroem à frente de bairros de barracas, sociais da pior espécie ou no meio do nada entre uma azinhaga e um precipício? É uma boa pergunta não é?


Bem, pois ontem foi à Ameixoeira... Pois é... as casas até não são nada más, um T1 não chega aos 12 mil contos (é construção controlada para jovens...e eu na posso dar muito... não sou como uns e outros que agora já nem visitam este blog!)... mas depois há o resto.


Todos os apartamentos da zona estão rodeados pelos recolocados da área de barracas do Bairro do Mocho. Não tenho nada contra a recolocação poiis venho de um bairro, os Olivais onde isso foi bastante habitual e é possível ver o senhor do porche ao pé da senhora que lava escadas... e como descrevi acima até parece racismo social... mas ao chegar eis com o que me deparei, e atenção, não estou a falar de um filme americano: 2 lojas recentemente lá colocadas assaltadas; polícia a perseguir um carro; um bando daqueles que só vemos nos filmes; e prédios em volta cheios de grafitti (não daqueles bem feitos como já vi por muito sítio, mas apenas tags!), embora os recolocados só lá estejam há pouco mais de 3 meses.


Pior...o metro é a aproximadamente 20 minutos a pé por zonas descampadas, o autocarro que lá passa só o faz nas horas de ponta e quem se atrever a ir de carro leva com a Calçada do Carris... ok? Portanto desisti... É só mais um. Com o tempo hei-de achar o que quero...eu acho! Ou então olha não tenho outro remédio senão atirar-me à primeira coisa que vir e ficar verdadeiramente falido...e garanto-vos que por quase 10 segundos vi-me a morar ali...só foi pena o que rodeava o espaço.

publicado por Psyhawk às 11:43

13
Jan 05

É com algum embaraço que digo que antes do filme, Á Procura da Terra do Nunca, ter acabado, lágrimas várias escorriam pelo meu rosto. Era como se todas as emoções dos últimos tempos estivessem concentradas ali, naquele exacto momento. Porque depois de muito me torturar acho que finalmente achei a Terra do Nunca. E acho que foi ela que resolveu todos os meu problemas, toda esta dificuldade que tem sido aceitar que os 30 estão já a bater à porta...e que não é por isso que a vida vai acabar- embora eu sempre soubesse que assim era e poor poucas vezes o tivesse admitido.


O brilhantismo da realização, a capacidade extrema do argumento de provocar emoções e os desempenhos de Johnny Depp e Kate Winslet e dos míudos fizeram-me explodir por dentro. E acreditem não é comum deixar que as lágrinmas cheguem até aos meus olhos. Até já tinha pensado que o poço há muito havia secado. Mas toda aquela emoção, acho que me devolveu ao mundo dos vivos. Não sei como expressar aquilo que dentro de mim mudou...acho que a história para quem já viu, ou vai ver, diz tudo. Nunca esqueças a crianças que há em ti. Nunca deixes que a tua imaginação se perca. Não percas o espírito, mesmo nas horas mais difíceis.Aproveita todos os momentos que passam por ti...mesmo os maus. Enfim...


O certo é que até ao final de Dezembro não tinha ainda contabilizado nenhuma película que merecesse um Oscar...


Encontrei-a!

publicado por Psyhawk às 22:29

12
Jan 05
Gostava de saber porque é que a soberba chega sempre no local de trabalho a pessoas que na realidade pouco ou nada representam e que subitamente se transformam em seres ultramagnânimos e poderosos que nunca erram, na imaginação deles, claro.
Queridos Curem-se!
publicado por Psyhawk às 16:33

11
Jan 05
O problema de se andar deprimido, é que tudo de negro que a vida tem parece caminhar direito a nós. Sejam as más notícias, as baladas eternas da rádio, ou simplesmente a solidão. Há também as chatices dos empregos que são intermináveis...
Parece que tudo se conjuga para que não haja forças suficientes para nos levantarmos. Tudo é delineado de forma a nos pôr mais para baixo, e sem solução à vista. Nem a televisão, sempre cheia de métodos escusos, de alguma forma, nos alegrar o espírito- oh, i'm sutch a liar- parece ajudar. É novela atrás de novela, malucos do riso atrás de Batanetes...e se tudo estiver mesmo a correr mal, lá se segue um Herman, um filme soft porno erótico ou então um debate chatíssimo e de preferência extremamente mal conduzido.

Claro que há sempre a opção do cabo... mas é melhor nem ir por ai. Ou o computador, quando este não teve já a senteça de morte registada, mas sem aviso de recepção...

Resta-nos então o sono. Mas normalmente nem este ajuda. Ou é o trabalho que nos assola o pensamento ou então algum problema por resolver, que nunca teve importância mas que subitamente se torna o centro do sonho, transformado já em pesadelo. Em resumo acabamos por acordar tão deprimidos, senão pior do que antes.

Resumidamente, andar down é pior que qualquer dor de barriga, dentes ou ouvidos.

Porque o antibiótico temos mesmo que ser nós, e normalmente, com a porrada que levamos de fora, quando finalmente começa a ter efeito, já estamos atadinhos numa cama no manicómio.

publicado por Psyhawk às 20:56

10
Jan 05
O problema das sequelas é que normalmente, embora a regra não seja exacta, não são de todo melhores que o original. Pior ainda quando desiludem por completo.
Esta é uam das primeira desilusões de 2005. Desispirado, feito com duas pedras e a desperdiçar actores de talento.
Steven, já fizeste muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito melhor!
publicado por Psyhawk às 21:31

09
Jan 05
O problema de fazer 30 é que vemos que a parte mais divertida da nossa vida acaba de passar por nós e que se calhar nem a aproveitámos verdadeiramente como deve ser. Escapou-se-nos pelos dedos, sem mais quê nem para quê e agora é apenas memória guardada em fotografia ou então em pensamento. Nada mais...nem nada menos.
E pior...
Descobrimos que o tempo, aquele muito precioso, que sempre usámos para coisas pouco úteis, começa agora a ser escasso para tudo aquilo que realmente precisamos fazer e que metade da nossa vida foi gasta num ápice.
Meu Deus...vão ser quinze dias muito maus!
publicado por Psyhawk às 10:16

08
Jan 05
Parabêns Susana e João pelo rebentozito de nome Filipa
Que seja bem vinda á Alcateia
publicado por Psyhawk às 13:43

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