Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

24
Nov 06

Hoje o tempo estava para tudo menos brincadeiras!

Eu só me escapei a uma bela molha nem, sei como tal.

O meu chapéu é que coitadinho jamais será o mesmo pois virou e revirou mais vezes que a montanha russa. Ó tempinho vingativo. Era vento, era chuva, era cheias... eu ainda para mais levei com tudo já que a caminho de casa o panorama era mais ou menos como estas fotos abaixo ilustram

Era inundações por todo o lado e demorei a chegar a casa apenas 2 horas e pouco.

O metro semi fechado (excepto para uma amiga minha que foi das poucas pessoas que conseguiu andar na linha vermelha sem problemas), as estradas um caos e eu molhadinho que nem um pinto...

Já disse que odeio chuva!

publicado por Psyhawk às 21:40

Realmente eu ontem estava de consumo reduzido. Verdadeiramente vergonhoso. Doia-me tudo e mais alguma coisa, a cabeça parecia estar em outro local cheia de dores, e o nariz parecia uma torneira de ranho. Mesmo assim, a profissão assim obriga, e lá fui eu a caminho de uma entrevista que temi saisse uma bela cagada!

Felizmente  a convidada era deliciosa, um amor e eu sabe-se lá como lá fui melhorando. Depois de uma produção fotográfica, de que me orgulho bastante, pois está lá a minha mãozinha, lá me endireitei e fiz uma entrevista,que modéstia à parte foi muito bem conseguida, pois pus a rapariga a falar de tudo, desde a infância aos medos de hoje, passando pela familia, crianças, relação que mantém com outro actor...tudo. Palmas para mim, pensei!

Assim rumei ao Vasco da Gama, feliz comigo mesmo, mais feliz e com a cabeça mais leve, para ver o Casino Royale.

Tudo correu bem exactamente até ás 23h57... estava a preparar-me para sair do cinema, e olhei para a cadeira do lado vaga, onde eu e as minhas companhias tinhamos depositado as malitas, casacos, chapéus de chuva e afins.

Olho para lá...e onde estava a minha mala?

Ia morrendo! Tinha desaparecido.

A minha cabeça, ainda que meio baralhada com a situação obrigou-me a correr cinema fora (deixando as minhas companhias meio aparvalhadas com tudo), empurrando todos os que queriam sair, para ir direito a um segurança do centro comercial... só que tinham desaparecido todos!

Não fossem as minhas duas amiguitas teria enlouquecido. Procurei todos os sítios e mais alguns até que uma delas me telefonou a dizer que estava com um dos ditos seguranças e que sim...tinham a mala.

Corri...não, voei até elas para ir ter com o homenzinho, para ser submetido a um interrogatório. Queria saber o que lá tinha dentro, como era a mal, porque a tinha deixado ali...eu sei lá!

Eu baralhado, com a cabeça outra vez a doer,  descrevi a mala e disse que lá dentro estavam dois dos bens mais preciosos ao cimo da terra: o gravador e duas agendas onde figuram todos os números que consegui arranjar ao longo destes 10 anos que sou jornalista. Por isso ela tinha que voltar à minha posse...JÁ!

Tudo correu bem...e estava tudo dentro da malita. pelos vistos ainda há boas pessoas em Portugal. Alguém reparou que a deixei na zona das comidas e correu a ter com um segurança a explicar a situação. E nem olhou lá para dentro, porque continuava fechada, num caos, como eu a tinha deixado e com tudo lá dentro...

Tu, desconhecido, obrigado.

Salvaste-me do Manicómio, onde certamente iria parar caso as agendas e o gravador tivessem desaparecido!

publicado por Psyhawk às 21:20
sinto-me: Doidão!

Pois é, fui ver ontem o Casino Royale apesar da carraspana que tinha. Mas a vontade foi maior do que os atchins, as dores de cabeça e maleitas do corpo. Vai dai saltei até às salas do Vasco da Gama para ver o novo Bond.

Confesso que ia a medo ver esta pelicula. As críticas tem sido muito favoráveis, e isso para mim, é normalmente um ponto negativo. Quer dizer que o filme é muito intelectual, pouco claro e que só meia dúzia de génios vão perceber como é que a coisa realmente funciona. E como a do Rui Pedro Tendinha (crítico que abomino e gostava de ver morto dentro de um lago cheio de enguias eléctricas e tubarões) era mesmo muito boa temi mesmo o pior!

Assim apreensivamente lá comecei a ver o filme.

O que nos salta á vista é que Daniel Craig não é o James Bond habitual. Falta ali qualquer coisa...ou há algo a mais...

Tendo em conta que esta é uma prequela não faltam erros mil de história e continuidade (nomeadamente a M), mas já estava pronto para isso. No entanto a intriga e o actor dão tanta verosimilhança à história que subitamente estamos nela imersos. Daniel dá o tudo por tudo, e apesar de não ser nem o Sean Connery, o Pierce Brosnan ou até o Roger Moore (os outros dois são dispensáveis) dá-lhe um toque rude, bruto e ao mesmo tempo sensual, que nos faz ver Bond de outra perspectiva. E no fim concluimos que o casting, embora não perfeito estava quase quase lá...faltava um danoninho!

No entanto para mim 007 é significado de paisagens luxuriantes, histórias mirabolantes, um vilão asqueroso, um handiman idiota mas poderoso e mulher mais que bela.

E é isto que falta a Casino Royale.

Porque o resto está lá... Falta o sexual, uma história que nos leve a mergulhar profundamente naquela ameaça, um vilão verdadeiramente temível (o Le Chifre é tudo menos temível!)... e as gajas. Havia tanto por onde escolher, e sem ser a vilã louraça, o resto está verdadeiramente áquem de uma Bond Girl.

Não é brilhante, mas podia ser bem pior. Vale a pena a curiosidade!

 

 

 

publicado por Psyhawk às 21:08

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