Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

15
Jul 07
publicado por Psyhawk às 13:24

14
Jul 07

Não, não vou falar do meu lindinho branco, cheio de canções maravilhosas que me alegram o dia. Não...em vez disso venho aqui vender o meu peixe, ou seja aquilo que ando a ouvir. São cinco disquinhos maravilhosos, que me levam daqui para o trabalho, e de lá para casa...ás vezes até mais longe.

Comecemos então

 

 

Ora pois é. Lembro-me quando ouvi, há uns 3 anos, o primeiro disquinho desta moça que lhe vaticinei um prazo de validade não superior a 6 meses. Enganei-me. 2 Cds depois aqui estou eu a bater palmas a um dos melhores discos de verão deste ano. Good Girl Gone Bad, um loga duração entre o pop e o R&B que mostra que Rihanna deixou de ser uma menina vinda das caraíbas com uma vozinha de deitar fora, para se tornar numa vixen capaz de gelar o mais céptico. Sensual, sexual e diabólica, esta jovem transforma qualquer som numa agradável visita às pistas de dança mais quentes do planeta. The Shut Up and Drive, passando pelo contagiante Don't Stop the Music, o efervescente Rehab e claro o gigantesco êxito Umbrella ao lado de Jay-Z. Tudo são pérolas que não se podem perder! Porque este é um disco de uma jovem que passou de boa a má, o prémio máximo que lhe podemos dar é mesmo considerar este disco um verdadeiro orgasmo.

 

 

 

No polo oposto de Riahanna está Kelly Clarkson. Depois de ter passado mais de 2 anos a fazer-nos saborear os diversos singles pop/ rock de Breakaway, Kelly resolveu lançar-se num novo longa duração e mudar de vez a sua carreira. De fora estão os êxitos fáceis e de ouvido à banda que a rádio devora em minutos. E se inicialmente é um disquinho de difícil ingestão, à medida que ele vai tocando vai-nos mostrando que está cheio de maravilhosas melodias que só poderiam ser possíveis graças à poderosa voz de Kelly. My December, este terceiro disco da primeira vencedora de American idol está cheio de perfeições: veja-.se o tortuoso single Never Again, o inebriante e stadium ovation One Minute, o triste Sober ou os independentes Judas e Haunted. Para quem quiser experimentar um som mais sério, mais Evanescencee e mais adulto.

publicado por Psyhawk às 11:38

12
Jul 07

Entre a clarividência e o sétimo sentido (o sexto é das mulheres)  sinto que vou adivinhando o meu futuro. Não é que acerte sempre, pois nunca tive a sorte de ter a habilidade da taróloga Maya, mas lá vou navegando entre o certo e o errado, acabando sempre por chegar ao oasis.

O exemplo mais recente teve a ver com o meu emprego. Há dois meses quase que tinha decidido que era altura de partir. Que não valia a pena continuar. Porém um bicho que não parava de "cacarejar" foi-me dando o avisos que não valia a pena desistir. Decidi- ainda que contra vontade- ver se ele tinha razão...e as cartas ditaram que tinha razão. Valeu a pena esperar, ficar e ver as mudanças. Para já são boas. O futuro ditará o resto.

Mas não é só nesse departamento que a clarividência se mostra activa. Descubro aqui e ali que há sinais, avisos, bandeiras que mostram que brevemente a minha vida pode dar uma volta para melhor. Que não devo desistir de encontrar amor, a casa perfeita ou até o amigo ideal. Tudo vem a seu tempo. basta olhar para as cartas, os sinais, as bandeiras...e eventualmente chegarei a bom porto.

Se falhar...então

FODA-SE!

publicado por Psyhawk às 22:38

Entre este calor abafado e o trabalho, tenho mandado este blog às urtigas.

Há tambbém a acrescentar uma dor de cabeça monstruosa e novos episódios do Roswell, comprados recentemente. Por isso mesmo deixei este espaço ao abandono estes 3 ou quatro dias...já nem me lembro.

 

A verdade é que a minha vida anda um pouco monotona. Parece que se segue o mesmo após a repetição do dia anterior. É como se vivesse num loop contínuo...e isso apesar de me irritar, não me faz avançar! (rimou..não era para tal, mas calhou)

Depois houve um jantar que me relembrou o passado, e ao mesmo tempo me mostrou que não vale a pena viver nele; um telefonema que nunca aconteceu e que nunca me salvou...apenas me irritou; e uma combinação que continua em águas de bacalhau.

Juntou-se mais trabalho, os anos da minha mais que tudo aidinha (que gosto de  ver sorrir) e tudo junto fez-me abandonar este espaço de escrita....

...que ainda para mais, pela primeira vez me cheirou a mofo, bafio, usado, chato...

Há dias de verão assim.

 

publicado por Psyhawk às 16:28

09
Jul 07

Por vezes tememos coisas simplesmente porque não sabemos que rumo vão tomar.

Somos assim na vida, no amor e até no trabalho. Tememos por temer e por vezes sem razão aparente. Mais, tremememos só de saber que há a possibilidade, ainda que remota, do que o que tanto nos faz ginasticar o cérebro possa surgir

.

É uma ideia idiota, mas que parece plausível para o ser humano.

É no amor que nos atrapalhamos mais. 

Primeiro é porque não sabemos que caminho escolher, depois porque não sabemos que rumo levar a relação. Segue-se a tremedeira para saber se a relação é para andar a dez à hora ou a 100, e ainda se é para durar ou apenas, como dizem os brasileiros, "para ficar".

O que nos faz tremer não são as opções mas a resolução. Parece que até entramos em taquicárdia só por termos que nos decidir. É tal como, mais uma vez, os brasileiros dizem: "se ficar o bicho vem, se fugir o bicho pega."

E assim andamos todos aqui a boiar nesta vida, temendo dar um passo em frente

Pessoal...nem sempre se segue o precipicio!

E se for... olha, levem para-quedas!

publicado por Psyhawk às 16:33

06
Jul 07

É o que dá trabalhar numa revista em mutação constante. E eu que me tinha livrado das alterações sequeirenses, eis que agora a coisa virou...para mais do mesmo. Está a loucura completa e eu a qualquer momento pifo...............

puffffffffffffff

publicado por Psyhawk às 12:45

05
Jul 07

Quando pensamos que vamos levar uma pantufada e recebemos apenas sorrisos e beijinhos, duas questões surgem: o que me vai acontecer a seguir? Ou, Estarei num universo paralelo?

Estou a tentar descobrir o que me vai acontecer.

O primeiro caso é o mais certo!

publicado por Psyhawk às 19:19

04
Jul 07

Não é novo para ninguém que o canal da Floribella me começa a mexer com os capilares. Inicialmente era apenas por culpa da idiota da Luciana Abreu, mas depois o canal em si foi começando a mudar para se acolchoar à pequena diaba das flores, que nos entra todos os dias pela casa adiante. Desde o Fátima, passando pelo maldito Contacto, tudo se afloribezou. De tal maneira que os já maus programas se tornaram completamente insuportaveis. A ponto de já me agoniar ver as malditas criancinhas no programa a fazer figura de otárias e a cantar, feitas possuidas tudo quanto é canção daquele estarmo da Floribella. 

E quando pensava eu que seria impossível a SIC agoniar-me mais, eis que a Teresa Guilherme resolveu fazer renasceer das cinzas, não como uma fénix, mas como zombies malignos, as irritantes Chiquititas.  Haja produto de terceira categoria. Ainda para mais a novela não é propriamente novidade, pois já no início dos anos noventa a TVI exibiu a versão Mexicana. Um vómito! E pelo que já vi esta vai ser semelhante. Infatiloide, ridícula, estaferma. O suficiente para eu eventualmente vir a odiar olhar para um arco iris, tal é histéria e a cor da apresentação.

E eu que sempre gostei de cores! Mas porque raio é que estes produtos made in SIC tem que ser tão infatilzinhos????? Eu sei que o português tem pouco no cérebro...mas tão pouco assim?

 

Não há paz. Não há!

publicado por Psyhawk às 21:49

 

Canção oficial do Live Earth!

publicado por Psyhawk às 13:12

03
Jul 07

Isto da moda é muito discutível.

Por exemplo, para mim, algumas das peças de roupa que hoje o sexo feminino usa, e que me lembra logo os famigerados anos oitenta, deviam ser banidas para o limbo. Perneiras, legs e afins...oh senhores! Mas não... uma pena!

Mas se há peças de roupa que estão dependentes do gosto de cada um, outras há que são simplesmente uma questão estética e lógica. Ou de percepção.

Nos dias de hoje há uma tendência que não consigo compreender entre a  miudage. Nos meus tempos, (cada vez pareço mais um velho a falar) lembro-me, vagamente, de uns e outros pensarem em loucuras destas para serem logo avisados, que nem pensassem aparecer assim.

Mas vou explicar melhor.

Na praia há pouco para vestir.

E isso todos sabem.

Elas usam biquini, triquini ou fato de banho... ou então nada.

Eles calções de banho...ou nada. E ponto final parágrafo.

Não há nada de transcendente até aqui.

Eis pois que há.

Nos últimos tempos o número de tipos que usam boxers juntamente com calções de banho passou de uns quantos estranhos, quase todo vindos de bairros duvidosos da nossa praça, para dezenas, vindos dos mais diversos estratos sociais e locais do pais.

E isto faz-me pensar. Estarei eu afastado do mundo da moda ou esta gente está louca? Desde quando é que se vai de boxer e calções para a água? Se uma peça já leva eternidades a secar... quantas deverão levar duas peças? E porque raio duas peças similares e para a mesma utilidade e função? O que leva uma pesssoa tomar esta atitude? Será porque agora é moda mostrar a marca da roupa interior que se usa e por isso essa agora tem que ser usada com todas as indumentárias? Ou haverá algo transcendente que não percebo?

Para mim é simplesmente uma questão lógica. Não faz senso e acho que só atrapalha...  sempre!

publicado por Psyhawk às 23:37

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