Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

19
Ago 07

Sempre fui visto, por uma secção já quase defunta de um grupo de amigos como o party boy cá do sítio.

Se queriam festa...podiam contar comigo.

 A verdade é que não era uma imagem muito real, mas com o tempo foi começando a ser difícil apagá-la. Parecia estar gravada em ferro de forma a não poder ser retirada.

Adaptei-me, deixei de me preocupar... e confesso que o título me foi começando a dar um gozo, quando o podia usar.

Mas a verdade é que o pretenço party boy estava ligieramente posto de lado. Há muito que não saia mais do que uma ou duas vezes por mês, e quando o número dobrava era da exclusiva responsabilidade do trabalho.

A verdade é que com o tempo as coisas chegaram a certo ponto que o party boy estava mesmo aposentado.

Até que há dois anos as coisas começaram a remexer por aqui...

Novas pessoas, novos ambientes, novas ambições...

O party boy está de regresso e em força. Só que agora é mais a qualidade do que a quantidade. Agradeço em especial a tanta gente que bloga para ai que me fez voltar a ser quem era no departamento nocturno.

Encontramo-nos por ai!

publicado por Psyhawk às 23:49

Nos dias de hoje toda a gente tem uma ideia bem formada de como fazer as coisas. ...Mesmo que na realidade não passe de isso mesmo...uma ideia. Porque fazer fazer...isso nunca aconteceu.

O Mundo inteiro teoriza sobre tudo: futebol, filmes, política, relações...

Nada escapa dos fazedores de teorias.

Uns, claro, mais do que empiristas são também práticos. Gostam de executar aquilo que lançam para o mundo...uma espécie de teste para ver se tudo o que disseram é provado. Outros ficam-se mesmo pelas bancadas e quando derrotados em teoia, por outros, passam à seguinte.

Desde há um tempo para cá as teorias das relações ganharam uma relevância em relação a todas as outras.

Existem para os que querem arranjar companhia, para os que querem trair a companhia... para os que querem seguir de companhia em companhioa e para os que preferem a solidão. Até devem existir mais... 

Umas claro, são absurdas, coisas completamente ridículas outras nem tanto. Porém são as ridículas que prevelecem, talvez por o serem...ou porque ninguém ainda teve lata de as por realmente em prova. Assim teorizam... tipo, para superar uma relação, no mês seguinte, deve-se devorar a maior quantidade de pessoas do sexo oposto (ou do mesmo, conforme as preferências) na menor quantidade de tempo possível. Uma espécie de ode à sexualidade...sem o ser. Outra indica que para se arranjar a companhia ideal deve-se pelo menos mantê-la informada que não é a única e que só o será se for mesmo perfeita. Por isso opta-se por manter a relação o mais aberto possível.

Teorias... palavras...

O pior é quem as põe em prática.

publicado por Psyhawk às 23:14

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