Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

17
Abr 08

Quero lá saber que seja piroso, ridículo, idiota e que achem que o meu gosto é de outro planeta. Mas E=MC2 da tia Mariah Carey é das melhores coisas que ouvi. Está Primavera que está a custar a chegar até fica com outra cor. Só falta o sol!

publicado por Psyhawk às 21:52

13
Abr 08

Já não posso com chuva, nuvens, vento e frio...

O São Pedro andou a gozar comigo.

Depois de ter ameaçado com um Verão antecipado, que me fez ir a correr para a praia (todos sabem como adoro um solzinho, se já aqui aparecem há algum tempo)...e depois pimba. Eu a pensar que me voltava a vingar este fim de semana e nada.

Acho que me vou enfiar numa sala de cinema e fugir do mundo por várias horas. Não é para isso que servem as sessões duplas?

publicado por Psyhawk às 13:15

10
Abr 08

Acordar à três dias ao som de martelos a partir uma parde, berbequins a furar sabe-se lá o quê e máquinas de fazer cimento a todo o gás, deixa0 qualquer um em estado de desespero.

Eu compreendo e tal que os vizinhos até têm que fazer obras, mas será que não as podiam fazer...como é que hei-de explicar...em silêncio? É que pelo terceiro dia consecutivo a acordar com dor de cabeça não lembra nem ao menino jesus. E olhem que o gajo lembra-se de cada coisa...

E porque não chegava uma única desgraça, eis que agora anda este maldito tornado por Lisboa que acabou com o maravilhoso Verão, e deixou para trás o desgraçado do Inverno cheio e os dois magníficos: vento e chuva...só lhes falta o frio, para termos juntos o cocó, o ranheta e o facada.

E deposi venham cá dizer que o tempo não anada todo marado e que ninguém tem a culpa. Levam cá uma galheta...

publicado por Psyhawk às 17:14

09
Abr 08

Só me apetece fugir para loooooooooooooooooonge

publicado por Psyhawk às 18:45

08
Abr 08

Este é um dos artigos dele que passo aqui, abrindo e fechando aspas.

Lindo fabuloso

Sensação ao lê-lo: rebolar a rir....cuidado!

Aqui vai:

 

Hotéis: Sonho ou pesadelo?

"Por que é que nos hotéis nunca dão pastas de dentes? Por que é que os lençóis nos hotéis têm sempre uma mancha? Por que é que o pequeno almoço nos hotéis tem de ser tomado sempre até às 10 horas? Por que é que os secadores nos hotéis têm menos potência do que um leque sevilhano?

Texto de Francisco Salgueiro

Eu não sei como é com vocês, mas a primeira coisa que faço quando chego a um quarto de hotel é verificar se tem secador. Ok, é a segunda coisa, a primeira é ver quantos canais a televisão apanha. Mas o secador vem num honroso segundo lugar, a milésimos segundos.

Não há nada pior num quarto de hotel do que ter um secador tipo Barbie. Serei eu a única pessoa a exigir um secador que seque? Serei eu a única pessoa que não quer sair para a rua a parecer que tem as Cataratas do Niagara a escorrem pelo cabelo? Sempre que vou para um hotel leio as brochuras de apresentação como se os próximos 50 anos da minha vida dependessem disso. 54% das vezes, perdão 87% das vezes, aliás 91% das vezes, qual o quê 99,999% das vezes dizem que o quarto tem um secador. São sempre tão fantásticos que secam o cabelo em dois segundos, penteiam-no automaticamente e até aparam as patilhas. Tão poderosos que os astronautas da Nasa levam modelos equivalentes para o espaço. Eu confio nas brochuras. Eu sei que sou ingénuo mas confio nas brochuras e não levo secador de casa.

Para mim o secador é quase tão importante como uma escova de dentes. Aliás é mais importante do que uma escova de dentes, porque se eu não lavá-los um dia, enfio uma pastilha na boca gluuuppp e já está. Ok, eu sei que é um nojo, mas não me digam que nunca fizeram...? Mas se não secar o cabelo, ele parece que apanhou um choque eléctrico, que viu o Júlio Isidro nu, ou que tem um iman a puxá-lo. Por isso tenho de ir bem preparado. Mas se a brochura assegura, quase com comprovação notarial que o secador que faz com que o nosso cabelo fique com tanta pinta como o do George Clooney (para os homens) ou da Jennifer Aniston (para as mulheres ou travestis), eu confio.

Mas quase sempre, na parede da casa de banho está uma caixa, com um tubo, de 10 cms, estilo aspirador. Não tem ar de secador, não tem pinta de secador e não seca como um secador. Quando ligo, e em vez de um viagral VRUMMMMMMM, apanho com um tímido Vrim! Tenho a certeza que se ligasse uma ventoinha e à sua frente colocasse uma lâmpada de 30 watts tinha mais potência e mais calor.

Depois de ligá-lo dá para tomar um chá, ouvir um discurso do Fidel Castro, ver a todas as edições dos Jogos sem Fronteiras desde 1975, fazer dez filhos e assistir aos seus casamentos. Ao fim de 30 minutos com a mão a segurar o secador e a cabeça quase colada à parede, digo ”Bolas, que se lixe, fica assim mesmo”. E quando saio para a rua deixo uma rasto de água pelo chão e muito cuidado porque quem vier atrás pode escorregar e partir a bacia, o colo do fémur ou a cana do nariz.

E já agora: Não quero morrer sem que alguém me explique: porque é que esses secadores estão sempre tão presos à parede como se fossem o cofre do Bill Gates? Têm medo que alguém os roube? Receiam que alguém os atire pela janela? Existirá lá dentro uma câmara oculta para filmarem-nos a tomar banho? Há hipótese das suas peças serem convertidas em catanas?

Chuveiro

O que é que se passa com os chuveiros dos hotéis? Senhores engenheiros: estão bêbedos quando dão ordens aos vossos empregos para colocarem os suportes para os chuveiros? Acabaram de cair dentro de um poço do Whisky? Tirando 3 ou 4 hotéis em que os suportes para os chuveiros podiam ser regulados em altura, ao longo da minha vida apanhei sempre com dois tipos de chuveiros:

1) Chuveiros móveis em que o suporte está ao nível da barriga (para quem tem 1m77 como eu. Quem tem 1m50 está ao nível dos mamilos. Quem tem um 1m80 está ao nível de uma área muito sensível e que tem de ser preservada).

2) Chuveiros fixos que estão presos à parede e colocados a 1m50 de altura.

Com os chuveiros que têm o suporte a nível da barriga temos de desligar a água sempre que não estamos a usá-la, porque senão, esguicha h20 para fora da banheira e um duche de 5 minutos dá para os animais do jardim zoológico mais próximo pensarem que têm de fugir das jaulas porque vem aí a nova versão da Arca de Noé. Se queremos ter a água ligada, temos de manter o chuveiro no chão da banheira, com um pé em cima para não esguichar por todo o lado. Uffff. É uma canseira. Se não tivermos tirado uma licenciatura em malabarismo, podemos escorregar na banheira, torcer a coluna e ficarmos paraplégicos para o resto da vida.

Mas ainda pior são os chuveiros que estão presos na parede a 1m50 de altura. Não dá para subi-los ou tirá-los. Resultado: temos de tomar banho como se fossemos o Corcunda de Notre Damme. E como é que conseguimos tomar banho nestas condições? Às vezes esquecemo-nos que o chuveiro é tão baixo e tungas! com a cabeça em cheio! A próxima vez que estiver ao vosso lado alguém que cheire mal, dêem-lhe um desconto, olhem para ele com pena e compreensão, porque pode estar instalado num hotel com o chuveiro preso na parede.

Será que estes chuveiros são uma forma dos hoteleiros nos dizerem: se tivesses trabalhado mais, estarias num hotel mais caro e com chuveiro regulável?! Ou será que é uma conspiração a nível mundial para as pessoas ficarem com galos na cabeça e dirigirem-se ao médico do hotel e terem de pagar uma consulta? Ou será que a associação dos perfumeiros quer que a população que frequenta hotéis cheire mal, para comprar os perfumes dos seus associados nas Duty Free Shops? Perguntas! Oh meu Deus tantas perguntas e nenhuma resposta! Será que custa muito instalarem chuveiros com a altura regulável?

Almofadas

Uma almofada é tão importante como escolher à mulher certa para ser mãe dos nossos filhos. Conhece a nossa cabeça e sabe quantos centímetros tem de ir para dentro. Tem consciência que se não se portar bem vamos ter insónias e pesadelos.

Quando reservamos um quarto num hotel deveriam dar-nos a escolher: “O senhor quer uma almofada tipo: a) Fofinha como se fosse o silicone da Pamela Anderson; b) Média como um hamburger do McDonalds; c) Dura como a marrada de um boi; d) Traz a sua?”.

Mas não. Infelizmente temos que gramar com almofadas que nos impingem. Tão duras que mais valia darem-nos dez pedras da calçada para colocarmos a nossa cabeça ou tão moles que devem ser da altura em que farmácia se escrevia com ph.

Os hotéis deviam incentivar as pessoas a trazerem as suas almofadas de casa. Não deveria ser vergonha as pessoas andarem pelo átrio dos hoteis com a almofada debaixo dos braços. Era uma óptima maneira para se meter conversa: “Mas que fronha tão gira...gosto especialmente desse Pokémon verde”. “Permita-me que sinta a textura da sua almofada?”, “Seria possível experimentar a sua almofada consigo?”

As almofadas deveriam ser um símbolo de status, um motivo de conversa à hora do chá, um motivo de orgulho, como se fossem filhos fruto do nosso amor por uma mulher.

Escova de Dentes

Eu agradeço a todos os hotéis por serem tão gentis e nos darem: sabonete, shampôo, amaciador de cabelo, after shave e toca para o cabelo. Estão em cima do lavatório. Nós não os pedimos, mas estão lá. Obrigado. Mas serei eu muito esquisito, ou é pedir muito que também dêem à borla uma pasta de dentes e uma escova de dentes? Ou que pelo menos no room service seja possível encomendar uma pasta de dentes e a escova que vai penetrar pela nossa dentição?

Sou obcecado com a lavagem dos dentes. Se o meu pai fosse um industrial rico pedia-lhe para investir num negócio que tenho a certeza que seria tão rentável como o tráfico de brancas: a criação de centrais de lavagem automática para os dentes, estilo carro. No final e para quem pagasse mais 500$00 até teria direito a dentes encerados e polidos.

Lavo os dentes, pelo menos cinco vezes ao dia. A última coisa que faço em casa antes de partir em viagem e ir à casa de banho e tchuck..tchuck lavo os dentes, até que subitamente piiiiii...continuo a lavar os dentes e piiiii...o táxi já chegou. Bochecho, desço as escadas, entro no táxi e canto como se fosse um tenor, para o taxista sentir o meu hálito fresco, “para o aeroporto”. Do que é que me esqueço sempre? O que é que fica sempre em casa? A escova de dentes e a pasta.

Devo ser a pessoa que mais supermercados conhece em todo o mundo. Tenho uma colecção de escovas e pastas de dentes que devem valer pelo menos um dia e meio de trabalho do Figo.

Alguém é capaz de me dizer porque e é que os hotéis gentilmente dão amaciadores e tocas de cabelo mas não fornecem pelo menos a pasta de dentes?!?!? Sigam-me: não é um contra-senso darem uma toca e um shampôo/amaciador? Se dão uma toca estão a incentivar a que a pessoa não lave a cabeça. Mas se dão o shampôo e ainda por cima o amaciador querem que o nossos cabelos fiquem cheirosos! certo? Não bastaria a toca ou o shampôo? Porque é que dão a escolher às pessoas se querem ou não molhar o cabelo? Se só dessem um já haveria dinheiro para a pasta de dentes e escova.

Micro Sabonetes

Felizmente sou magro. Elegante. Bem constituído. Com posses. E um óptimo partido. Depois desde momento narcísico em que acabei de dar a mim mesmo um beijinho no espelho, voltarei ao princípio: felizmente sou magro, porque se tivesse mais 40 quilos em cima e parecesse a Moby Dick em dia de banquete, estava bem tramado.

É mais um dos mistérios dos hotéis que me assombram há muito anos: porque é que os sabonetes têm o tamanho de uma carteira de fósforos e a espessura de uma moeda de 2$50? Sempre que acabo de me lavar resta na minha mão, um pedaço pouco maior do que uma cabeça de alfinete, e mesmo assim só porque não lavei atrás das orelhas e poupei nas axilas. Começo a imaginar: se tivesse mais 40 quilos, um destes sabonetes não daria sequer para lavar a minha barriga.

E ainda por cima são extremamente perigosos, se não temos cuidado podemos engoli-los quando estamos a lavar a cara, ou enfiá-los para dentro dos ouvidos ou para dentro de outras protuberâncias obscuras.

E como se isto já não fosse o suficiente, normalmente não deixam mais de três por dia. Três! Mas o que é que os hoteleiros pensam que nós somos: Atletas dos Jogos Olímpicos da Poupança de Sabonetes? Acham que temos os genes forretas do Tio Patinhas?

Pequeno Almoços

Para os hotéis vão sempre dois tipos de pessoas. Aliás três, sem contar com os que vão experimentar as molas dos colchões durante uns minutos. 1) Os que vão em trabalho. 2) Os que vão de férias.

As pessoas que vão em trabalho, acordam cedo e têm horários a cumprir. Certo? Mas se eu vou em férias é porque quero descansar. Quero dormir. Quero sonhar. Não quero ter de acordar cedo. Se me apetecer, quero poder acordar ao meio dia, às duas da tarde ou até às oito da noite. E quando acordo quero poder comer...uma refeição leve...porque mal acordo não tenho vontade de comer uma feijoada, um bife de lombo com batatas fritas, arroz e salada. Quero um croissant. Um sumo de laranja. Um pãozinho do tamanho de uma moeda de 200$00.

Não consigo perceber porque é que os hotéis têm um regime ditatorial, descendente de Saddam Husein: Mal chegamos à recepção está uma placa que diz: “Pequeno-Almoço entre as 7:00 e as 10:00”. No fundo, bem lá no fundo, o que eles querem dizer é ”Não se atrase seu mandrião. Nem pense em acordar depois das 10 horas!!!!”

É óbvio que quem vai para um hotel em trabalho consegue acordar a essas horas. E os turistas? cansados de meses de trabalho, aturarem os filhos e os sobrinhos aos berros e filas de carros todos os dias?

Para chegarmos a horas à sala do pequeno almoço, temos de pôr o despertador, levantar 10 minutos antes, vestir as calças por cima do pijama e irmos a correr pelos corredores. Se chegamos um minuto, e basta um só minuto, 60 segundos, depois da hora, a empregada já estar a tirar as comidas e a olhar para nós com o ar ”Seu calão, só agora é que acordaste!?! Já estou a pé desde as 5 da manhã!!”

Porque é que as senhoras dizem sempre “Já fechámos. Agora só vamos servir o almoço daqui a duas horas”. Que eu saiba, os pães e os croissants, não fecham para balanço. Vão simplesmente para a cozinha e são novamente metidos nas prateleiras. Os pãezinhos continuam lá, elas é que não nos querem dar. No fundo, quando dizem “Já fechámos”, o que querem dizer é “Já não o queremos servir, seu inútil pária da sociedade”.

As senhoras da limpeza

Eu até fico com joanetes sempre que me lembro das senhoras da limpeza dos hoteis. O regime ditatorial dos pequenos almoços é mau. Sim, muito mau! Mas nada se compara a estas senhoras! Uns despertadores em forma de pessoas. Os batalhões anti-sono. São a personificação do Diabo. Vá de retro. Fora! Chôôô!

Se quisermos faltar ao pequeno almoço é o nosso problema. Ninguém liga para o quarto a dizer “Então, o senhor não desce. Olhe que o pequeno almoço já está na mesa e está a ficar frio. Saia lá da cama seu mandrião e venha comer. Quer que eu telefone à sua mãe?”. Mas se temos o azar de ficarmos no quarto que é o primeiro do corredor, onde as senhoras começam as limpezas...oooopppppssss.

Pelas nove da manhã Truc Truc! E que poderoso toque elas conseguem fazer! Não é um truc! é um TRUC “Abra a porta porque eu QUERO LIMPAR”. Nunca podemos dizer “Seria possível, será um grande incómodo, é só uma sugestão não leve a mal, vir um bocadinho mais tarde? É que a minha mulher está com afrontamentos. Não se está a sentir muito bem, é uma pessoa adoentada”. E porque é que não podemos dizer isto? porque elas são mestras na arte da manipulação. Olham sempre com um ar triste, de vítimas e dizem: “mas se não limpamos os quartos por ordem, daqui a um bocado toda a limpeza do hotel está desorganizada”. Começamos logo a pensar que duas horas mais tarde só se ouvirão berros pelos corredores do hotel “Preciso de papel higiénico”, “Porque é que a banheira ainda está com pelos?”. Claro que do tubo de exaustão se ouvirá “a culpa é do senhor do quarto 400”. Depois todos os outros hóspedes virão atrás de nós, a atirarem-nos à cara com cuecas sujas, soutiens de 6 dias de utilização intensiva e embalagens de shampoos vazias. O melhor é mesmo dizer ”Então limpe lá o quarto. Não vai demorar muito tempo, pois não?”.«

Se ainda estávamos com alguma esperança de voltar para a cama, entrar em hibernação durante dez minutos e só acordar quando elas se fossem embora, HAHAHA. Elas têm uns mega aspiradores, com um motor que parece um carro em Indianápolis...VRRUUUMMMM, depois batem inocentemente com o aspirador na cama e dizem “Não estou a incomodar pois não? saio já. É muito rápido”. O rápido nunca é menos de 20 minutos. São 1200 segundos em que poderíamos estar a sonhar com a Ana Kournikova a apresentar a meteorologia em roupa interior. Bolas!

Não poderiam arranjar quartos que se auto-limpassem. Como as casas de banho que estão nas ruas, onde metemos uma moeda de 100$00 e já está?

O mofo! o mofo!

Nunca vos aconteceu chegarem cansados da viagem, quererem descansar uns minutos no quarto, meterem a chave na porta, abrirem-na e bllllllaagghhhhhh...que cheiro a mofo!!!! Parece que acabámos de ir parar a um quarto onde se encontram dois cadáveres em putrefacção, que lá ficaram esquecidos desde 1775. É um bafo que invade as nossas narinas sem pedir autorização. Que percorre o nosso corpo e que tenta penetrá-lo.

Eu vou sempre reclamar à recepção. Não digo “É inadmissível!. Dêem-me já o livro de reclamações”. Tenho uma táctica muito melhor: Obrigo o recepcionista a ir comigo para cheirar a podridão no meio da qual ele quer que eu durma. Sim, porque aquele ser sabe da existência do cheiro do quarto e foi ele que me deu a chave. Como ele é o culpado, vai ter de sofrer.

Ao longo do corredor sinto-me um gladiador após ter ganho e a receber as ovações do público. Estou pronto para o próximo embate. Se nessas alturas me aparecesse o Mike Tyson pela frente seria eu a morder-lhe a orelha. Abro a porta e digo ”Está a sentir?”. Esperando por um pedido de desculpa e ser-me oferecida estadia vitalícia naquele hotel sem ter de pagar nada, com o bónus de noites eróticas com a mulher dele e da filha mais velha, a resposta é “Não cheira a nada. Está óptimo”. O quê?!?!? “Não sente um leve cheiro a estrume de vaca, misturado com o suor de um maratonista que não usou desodorizante?”. “Não, está óptimo e agora se me dá licença, tenho de voltar à recepção porque tenho muito trabalho”. Já depois de sair do quarto, vira-se para trás e diz ”mas se o senhor sente..” e nessa altura penso que o final da frase será “...posso mudá-lo de quarto”, mas não, diz “abra as janelas!!!”

Que nojo!!!! O que é isto?!

Já dormi em hotéis de luxo, com sete estrelas. Já dormi em hotéis onde nem havia baratas, porque até elas tinham nojo de lá habitar. Mas em todos os hotéis há sempre algo em comum: a mancha nos lençóis ou cobertores.

Algures, bem escondida existe sempre uma mancha. Pode ser castanha, pode ser lilás, pode ser transparente com contornos cinzentos, mas existe sempre uma mancha. Pode ter 1 milímetro ou 10 centímetros, alta ou baixa, magra ou gorda. Mas existe sempre uma mancha. Não se sabe se foi durante a lavagem que um outro tecido debotou, se vem do interior de uma parte baixa do corpo humano, dum hamburger, da cera dos ouvidos, de ramelas derretidas ou da porcaria que está nos dedos. Mas existe sempre uma mancha.

Nunca vale a pena pedirmos para nos trocarem de emergência esse lençol. Não vale. Porque a mancha que vem no lençol a seguir pode ser ainda maior e de cor ainda mais duvidosa. O melhor que têm a fazer é pegarem numa tesoura e recortarem a mancha, tendo sempre o cuidado de pegarem no tecido, nunca com os dedos, mas sim com uma pinça. Yucckk!"

Autor: Francisco Salgueiro

Made in: Notícias Magazine

 

publicado por Psyhawk às 19:47

07
Abr 08

Suspeito que há dias em que os imbecis saiem todos à rua só para chetear aqueles que realmente pensam.

publicado por Psyhawk às 22:05

Novo video da minha dear Madge

 

publicado por Psyhawk às 21:19

06
Abr 08

Lá vai o tempo em que fazia uma coisa a que eu e um grupo de amigos chamávamos 48 Nonstop.

Eram dois dias de farra constante, a sair em vários locais sem ir à cama mais do que uma ou duas horas, normalmente para fazer muita coisa...mas dormir não era a mais comum.

O resto era passado entre copos, festas- dia e noite- música, amores passageiros ou mais longos, e muita risota. Eram 48 horas de festa, que acabavam por dar numa segunda feira miserável, mas para a qual se recuperava com rapidez.

Pois esse tempo já lá vai.

Esta semana, apesar do trabalho que se foi acumulando, lá conseguiu dar um saltinho pela noite lisboeta. Foi Terça, Quinta, Sexta, Sábado... e digo-vos...à hora que escrevo este post estou morto. Podre.

Já não há forças para tanta farra. O corpo demora horas para recuperar, o grozan tornou-se um dos meus grandes amigos, o dia seguinte é cada vez mais terrível, e até dançar horas a fio passou a ser um desafio.  A gente lá de abana por umas duas ou três horas mas depois...ai depois. Toca a sentar, porque como diz a Catita "ái as minhas cruzes".

Reconheço que aos 30 é como estamos melhores, temos as melhores tiradas e sabemos aproveitar mais o que o mundo nos oferece, mas para a vida loca, estamos mais em baixo de forma.

Onde anda a máquina do tempo que eu hoje bem preciso dela!

 

publicado por Psyhawk às 20:26

 

Eu sei que não tenho desculpa, mas a verdade é que os longo dos anos, o desejo de tirar a carta foi-se perdendo. O ardor de andar num carro meu carro foi ficando para trás, para cumprir outros desejos, como viajar, andar por Lisboa livremente sem ter que pensar onde arrumar o popó...sei lá.

Eu sei que perco algumas coisas, mas vou tentando compensá-las com vocês, caros amiguitos. Eu sei que sou um crava boleias, mas digam lá se não sou um gajo porreiro que anima qualquer viagenzita...

Mas vamos lá ao assunto que interessa.

Sem carrito vejo-me assim obrigado a andar muito de taxi, especialmente à noite. (Ao mesmo tempo, se tivesse carro, esta decisão, seria sempre a acertada pois acho que bebo sempre mais do que o permitido pela lei...acho!)

Lá ia eu a sair de mais uma noitada...que terá espaço aqui certamente... e como sempre lá fui eu de taxi para casa.

 Esperava quinze minutos ou vinte de calma, com os meus pensamentos. Não podia estar eu mais errado. Oh senhores! O homem meteu o turbo e cinco minutos depois, estava em casa. Pelo caminho ficou, claro, o meu estômago, perdido numa curva qualquer, vários sinais vermelhos que não foram respeitados, várias mensagens trocadas com a minha caríssima Susete, pois o pânico começava a chegar a mim quando me vi a circular numa rua estreita a 160 km/h....

Enfim... mais um momento maravilhoso...

publicado por Psyhawk às 20:13

02
Abr 08

Ele fala dos vizinhos...

Das fontes...

Do diz que disse...

Mas quando faz o mesmo (porque até está a ajudar um amiguinho blarghhhhhhhhhh), esquece-se de assinar... e usa tudo o que é fontes, vizinhos e amigos...sem identificação, claro...

Mas que coragem tão bonita não é?!

Coitado...

... tinha medo de ficar igual aos outros, era?

Se tinha escusa ficar, porque ninguém lhe dá credibilidade para isso!

 

publicado por Psyhawk às 00:14

Abril 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
11
12

14
15
16
18

21
23
26

27
28
29


subscrever feeds
mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

3 seguidores

pesquisar neste blog
 
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO