Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

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Abr 05
Estamos numa de discutir coisas sérias. É a altura ideal para mudar alguns hábitos dos portugueses e algumas leis. A Holanda é um bom exemplo de uma nação que viu diminuir o número de toxicodependentes e o consumo de drogas duras. Tudo porque abriu as suas leis e tornou legal o consumo das drogas leves.... aquilo que em Portugal se designa por charrito.
Afinal porque condenamos o consumo deste estupfaciente quando outros, como o álcool e o tabaco aplaudimos? É tão viciante o primeiro como os seguintes. E não está provado que o consumo de um charrito em festas, de vez em quando, leve ao consumo de drogas pesadas... é apenas uma ligação leva por seu lado ao quê? Á ingestão de álcool etílico?
Acho que em todos os meus 30 anos apenas consumi drogas, umas 3 ou 4 vezes... e há mais de 10 anos e todos os que vi, que o fizeram, coisas leves falamos, não degeneraram em figuras horripilantes e em viciados loucos. Tornaram-se pessoas normais.

Sei que esta é uma discussão que vai levar muito tempo a chegar ao parlamento, embora muitos já falem sobre ela. Mas não custa por o povo a discutir...
publicado por Psyhawk às 13:27

Sinceramente, numa altura em que a maior parte do mundo civilizado caminha, a passos seguros, para a probição do tabaco, seria um grande pasdso atrás liberalizar as drogas leves. E o que são drogas leves? Haxixe e outros canabinóides?
Não estamos a falar de drogas sintéticas, pois não? Espero bem que não.
E há uma diferença das drogas ditas leves e o alcool que, consumido com moderação, tem benefícios provados, especialmente nos caso do vinho tinto e grande parte das cervejas.
Quanto aos canabinoides como a Marijuana, muito se tem escrito acerca do seu carácter medicinal, mas utilizar uma droga com fins farmacêutico(propósito original da esmagadora maioria destas substâncias) não quer dizer, em circunstância alguma que sejam liberalizadas. Quanto a dizer que reduz o consumo, é falso. Dizer que retiraria os proveitos dos traficantes é uma hipocrisia e uma desresponsabilização do Estado. Não tenho nada contra o consumo episódico de canabis nem digo que leve ao consumo de outras drogas. Mas também digo que não conheço nenhum toxicodependente que não tenha, numa fase inicial, consumido "haxe". Ou melhor: não conheço ninguém (mesmo sabendo que há sempre excepções que confirmam a regra) que tenha começado o consumo de drogas pela cocaína ou pela heroína.

Em suma, liberalização não! Carlos Mariano
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(mailto:cmariano@record.pt)
Anónimo a 11 de Abril de 2005 às 20:32

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