Onde todos podem uivar o que quiserem... vejam por mim!

08
Mar 05
É com dificuldade que me apercebo que nenhum dos rapazes e raparigas que se esforçaram quer na Operação Triunfo quer nos Idolos nacionais chegaram a lado nenhum. Não interessa que eles apareçam na Fátima LOpes, no Ás Duas por Três (esse atentado de programa) ou em qualquer outra pimbalhada televisiva (Herman SIC incluído), quando na realidade as suas vendas, popularidade, e carreira não foram além do salto de pardal...

O que é há de tão estranho em Portugal para que isto aconteça?
Se olharmos lá para fora todos estes reality shows artísticos transformaam a vida de uma, duas ou até cinco pessoas num mesmo programa. É só olhar para a internet, para as tabelas de vendas ou até, dar um olhinho aos programas estrangeiros de música (não idiotices como o top mais)... e até à nossa rádio para os vermos por lá: Will Young, Kelly Clarkson, David Bisbal, No Angels, Clay Aikens, Bro'Sis, Gareth Gates... eu sei lá quantos. Todos conseguiram mais que um lugar ao sol: transformaram-se em cantores de verdade com músicas a passar na rádio.

Por cá... bem se é verdade que a nossa telefonia nada ajuda, pois não arranjou "tempo" para promover estes pequenos triunfitos, a verdade é que os discos dos que conseguiram singrar na música deixaram muito, mas mesmo muito a desejar:produções de calibre inferior, canções aborrecidas ou demasiado com olho nos independentes, fórmulas mal usadas e desperdício puro e simples de covers foram o mais comum. E nenhum soube agarrar uma boa canção pop e deitá-la cá para fora de forma simples, exacta e sem manhas.
Por isso hoje estão esquecidos, atirados para um canto a tentar a sorte sabe-se lá no quê!
Filipe Santos, Filipe Gonçalves, David- atirados com produções de segunda, com fórmulas usadas e sem carisma.
Sofia- um mistura de tudo e nada que se saldou num disco sem furor nem força
Joana- Tentou-se apostar na diferença sem se ir a lado nenhum.
Deusa- R&B dos anos 80, música africana despida de calor, palavras ao vento sem puxarem tempestade
Nuno Norte, Ricardo, Sérgio- produção deixada nas mãos de Luis Jardim, que se auto intitula o Simon Cowel português mas que consegue apenas um enorme vazio em discos desispirados, pobres e sem garra.

Que tal deixarem os meninos mexerem-se por eles mesmos. talvez assim conseguissemos coisas minimamente interessantes como os EZ Special.
publicado por Psyhawk às 21:17

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